Daniel Alves Pena: JUDAISMO

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Shofar

Postado por instrutordanielpena em domingo, 29 de setembro de 2013 | 10:53



Shofar (do hebraico שופר shofar ) é considerado um dos instrumentos de sopro mais antigos. Somente a flauta do pastor – chamada Ugav, na Bíblia – tem registro da mesma época, mas não tem função em serviços religiosos nos dias de hoje.

O shofar não produz sons delicados como o clarim moderno, a trombeta ou outro instrumento de sopro, mas para os judeus, o shofar não é apenas um instrumento "musical". É um instrumento tradicionalmente sagrado.

Na tradição judaica, lembra o carneiro sacrificado por Avraham (Abrão) no lugar de Yitschac (Isaac) através da história da Akedá (amarração de Yitschac), lida no segundo dia de Rosh Hashaná.

Ocasiões em que era tocado


Nos tempos antigos, o shofar era usado em ocasiões solenes. A palavra shofar é mencionada pela primeira vez em conexão à Revelação Divina no Monte Sinai, quando "a voz do shofar era por demais forte e todo o povo do acampamento tremeu". Assim, o shofar em Rosh Hashaná (ano novo judaico) tem o dever de lembrar aos judeus suas obrigações para com seu serviços religiosos.

O shofar também era tocado durante as batalhas contra inimigos perigosos. Portanto, o shofar de Rosh Hashaná serve como um grito de guerra contra o inimigo interior, impulsos maus e paixões.



O shofar no Midrash

O shofar é feito de um chifre de animal casher (considerado limpo). Qualquer chifre pode ser usado para o shofar, exceto vaca ou touro, pois estes chifres são chamados em hebraico de "keren" e não shofar, e também porque seu chifre poderia remeter ao Bezerro de Ouro que os filhos de Israel fizeram no deserto, ao deixarem o Egito.

Geralmente, e de preferência, o shofar é feito de um chifre de carneiro, em memória do carneiro que foi oferecido em lugar de Yitzhak (Isaac), que permitiu-se ser atado e colocado sobre o altar como um sacrifício a Deus.

O shofar é tocado em Rosh Hashaná após a leitura da Torá, antes e durante a prece de Mussaf. Embora uma mitsvá não deva ser adiada, havia uma boa razão para adiar o toque do shofar para depois da leitura da Torá. Isso aconteceu numa comunidade judaica cercada por inimigos, em que o shofar foi tocado de manhã bem cedo. Os inimigos pensaram que os judeus estivessem convocando para uma rebelião contra eles, então os cercaram e os mataram. A partir daí decidiu-se por tocar o shofar após a leitura da Torá, pois quando os inimigos viam que os judeus já haviam feito parte de suas preces pacificamente, percebiam que era uma reunião pacífica para a oração, e não uma rebelião contra eles.

Rashi explica que houve um tempo quando os judeus foram proibidos de tocar o shofar. Guardas eram postados para vigiá-los até que o serviço da prece de Shacharit estivesse concluído. Os judeus por isso tocavam o shofar mais tarde, durante o serviço Mussaf, e assim permaneceu esta regra, de tocar o shofar após o serviço de Shacharit. Existe ainda outra razão: pois naquele época os judeus já eram coroados com mitsvot, os preceitos entre os quais tsitsit, Shemá, e a leitura da Torá: então vem o shofar e lhes traz o perdão.

As bênçãos que antecedem o toque


O toque do shofar em Rosh Hashaná é um mandamento da Torá. É um preceito como todos os outros da fé judaica e, portanto, deve ser feita uma bênção especial antes de cumpri-lo.

O propósito da bênção é agradecer a Deus por nos ter santificado com Seus mandamentos e nos ter dado a oportunidade de cumprir a Sua vontade. Esta bênção, em geral, é um preparo para que nossos atos não sejam realizados apenas pela força do hábito e, sim, conscientemente, sabendo seu significado e perante Quem devemos agir. A bênção antes do toque do shofar tem a mesma finalidade.

Esta é a bênção: "Bendito és Tu, ó Senhor, nosso Deus, Rei do Universo, que nos santificou com Seus mandamentos e nos ordenou ouvir a voz do shofar." Começamos a bênção na segunda pessoa – como se estivéssemos diretamente perante Deus – mas a terminamos na terceira pessoa – pois Deus é Onipresente e Invisível, Santo e além da compreensão. Todas as bênçãos apresentam esta mesma estrutura.

Em hebraico a palavra Lishmoa ("ouvir" ou "escutar") da mesma raiz de Shemá, possui vários significados, entre eles, escutar ou ouvir com os nossos próprios ouvidos; além de entender e obedecer.

Deste modo, quando o Baal Tokêa (aquele que toca o shofar) faz a bênção por todos nós, espera-se que não só o som do shofar seja ouvido, como também compreendida e obedecida sua mensagem. lindo

Os toques

O Shofar emite três sons característicos: Tekiá – um som contínuo, como um longo suspiro; Shevarim – três sons interrompidos, como soluços; Teruá – nove (ou mais) sons curtíssimos como suspiros entrecortados em prantos.

Estes sons do shofar evocam e expressam sentimentos de profundo pesar pelas más ações que cometemos no passado. É também uma conclamação às armas, como um tambor de guerra. O shofar nos convoca a lutar contra tudo que impeça a pratica do judaísmo em sua plenitude: paixões, preguiça e negligência; contra a influência de maus amigos, etc., afirmando que todos os preceitos são dignos para que lutemos por eles. E mesmo se no passado não os tenhamos observado cuidadosamente, o shofar diz que nunca é demasiado tarde para começar. Deus sempre perdoa o passado ao tomarmos boas decisões para o futuro.

Esta é a mensagem final do shofar, aquela do perdão Divino. Por isso, o último som do shofar é um toque longo, a Tekiá Guedolá (grande toque). Este som não representa soluço, nem suspiro ou lamento, mas um grito de triunfo e alegria; pois estamos confiantes de que Deus aceitou o nosso arrependimento.

Podemos notar esta expressão de alegria na melodia dos versos recitados logo após os toques. Enquanto os versos recitados antes são solenes, os que os seguem falam da alegria, que brota após um arrependimento sincero. Este é o real significado de ouvir, compreender e obedecer a voz do shofar.

Esta é a ordem dos toques do shofar:

    1 - Tekiá – Shevarim – Teruá – Tekiá
    2 - Tekiá – Shevarim – Tekiá
    3 - Tekiá – Teruá – Tekiá

O som de cada grupo é repetido três vezes, totalizando trinta toques. No total, durante o serviço matinal de Rosh Hashaná, o Shofar é tocado cem vezes (cada um dos sons acima mencionados é tocado três vezes e isto é repetido três vezes durante o serviço, somando noventa toques; no final, toca-se mais uma vez o grupo de dez, perfazendo os cem toques).

Os sons quebrados de Shevarim e Teruá lembram estes suspiros e gemidos abafados que penetram no co-ração, e servem para despertar a pessoa ao arrependimento e ao retorno. A Tekiá Guedolá – o último toque longo do shofar – soa como uma nota mais alegre e lembra o grande dia, quando o grande shofar será tocado para reunir do exílio todo o povo de Israel, com a chegada de Mashiach.

Qual é o significado do toque do shofar?

O shofar nos chama para acordarmos de nossa letargia mental pelas coisas terrenas e clama para que possamos despertar e nos envolver com as necessidades de nossa alma. É como um alerta: nos inspira temor lembrando que este é o Dia de nosso julgamento. A mensagem do shofar, segundo Maimônides, é:

"Acordai de vosso sono e ponderai sobre os vossos feitos; lembrai-vos do Criador e voltai a Ele em penitência. Não sejais daqueles que per-dem a realidade de vista ao perseguirem sombras ou esbanjam anos buscando coisas vãs que não lhes trazem proveito. Olhai bem vossas almas e considerai vossos atos; abandonai os caminhos errados e os maus pensamentos e voltai a D'us, para que Ele tenha misericórdia para convosco!"

Esta é a função mais importante dos sons do shofar: inspirar a alma e provocar vibrações extraordinárias no coração, ativando o sentimento do arrependimento e humildade.

O despertar de nosso sono

O som do shofar é como o chamado de uma trombeta, despertando-nos de nosso sono. Estamos tão atarefados com os interesses do dia a dia – escola, trabalho, diversão – que tendemos a ficar indiferentes ao nosso verdadeiro objetivo na vida, como se estivéssemos imersos em sono profundo. Rosh Hashaná, o ano novo ano judaico, nos desperta para planejarmos o cumprimento de mitsvot e o estudo de Torá para o ano que se inicia.

Rabi Saadyá Gaon nos ensina aqui dez diferentes maneiras do shofar nos inspirar a viver uma vida melhor o ano inteiro:

Um

Quando um novo rei começa a governar, é expedida uma proclamação, acompanhada por toques de trombeta. A cada ano naquele dia, seu governo é novamente proclamado, também com o som da trombeta.

A Criação do Mundo foi completada em Rosh Hashaná, e o reinado de Deus começou no mundo. A cada ano neste dia, proclamamos novamente Seu governo com o toque do shofar.

Dois

Quando um rei emite um decreto, o chifre soa e um sinal de aviso é anunciado. Os Dez Dias de Teshuvá (Penitência) começam com Rosh Hashaná. "Aperfeiçoe-se!" – somos advertidos, e quando este decreto é emitido, o shofar ecoa.

Três

Quando recebemos a Torá nas encostas do Monte Sinai, o som do shofar enchia os ares. Neste dia de Rosh Hashaná nós nos dedicamos à vida de Torá novamente, e o som do shofar enche o ar.

Quatro

As palavras de nossos profetas de antigamente soam como um toque do shofar.

Lembramo-nos de suas palavras corretivas, quando ouvimos o toque do shofar.

Cinco

Nossos inimigos tocaram suas trombetas quando destruíram nosso Sagrado Templo – o Bet Hamicdash.

Quando tocamos o shofar em Rosh Hashaná, rezamos para que o novo ano traga a reconstrução do Bet Hamicdash, para que nossos pecados sejam perdoados.

Seis

Yitschac (Isaac) de boa vontade se ofereceu em sacrifício, como Deus ordenou, mas no último instante foi substituído por um carneiro.

Em Rosh Hashaná tocamos um chifre de carneiro para lembrar-nos – e a Deus – da devoção de nossos antepassados.

Sete

"Poderá o shofar soar na cidade e o povo não tremer de medo?"

O shofar nos faz estremecer no temor do julgamento de Deus.

Oito

"Próximo está o dia do (julgamento) de D'us: perto, muito rápido, o dia do shofar."

O shofar de Rosh Hashaná nos recorda do dia do Julgamento Final.

Nove

"E será naquele dia, soará o Grande Shofar, e os desgarrados virão da Terra de Ashur, e os rejeitados da terra do Egito."

O toque do shofar nos lembra do grande chifre de Mashiach – esperamos e rezamos para que soe este ano, para reunir todos os judeus dispersos pelo mundo afora.

Dez

"Os habitantes do pó… quando o shofar será ouvido."

O shofar nos lembra do dia da Ressurreição dos Mortos, quando estes se levantarão de seu sono.

Uma lição de humildade

Rosh Hashaná chama-se também Yom Teruá (Dia do Toque). Neste dia, é obrigação de cada judeu ouvir o shofar. Por ser finalidade do shofar inspirar-nos humildade e sentimentos de arrependimento, podemos compreender o porquê do shofar não ser ricamente decorado.

Os ornamentos não o tornam inadequado, desde que fiquem apenas do lado externo sem que suas paredes sejam perfuradas. Isto nos serve como lição da importância da simplicidade e humildade. Como o shofar que se torna inadequado se qualquer ornamento de ouro ou prata atravessar o osso do qual é feito, assim também nos tornamos seres humanos insignificantes se permitirmos que o ouro e prata sejam tão importantes na vida a ponto de "perfurar o osso" e se apossar da mente e da alma.


Melhor documentário sobre a história da nação judaica

Postado por instrutordanielpena em quinta-feira, 27 de setembro de 2012 | 20:10

 
Melhor documentário sobre a história da nação judaica, o fiel e incrível cumprimento das profecias sobre este povo, a Grande Tribulação, O Anticristo, Armagedom, a animosidade dos povos muçulmanos islâmicos... Israel e os conflitos no Oriente Médio.
 Em 1987 as Nações Unidas (ONU) adotou a sua resolução 181, criando o Estado de Israel na Palestina, dando aos judeus apenas 18% do território que sempre lhes pertencera por direito, e os outros 82% foi destinado aos árabes. Isto pode parecer pouco e injusto, mas para os judeus, que sofriam com o anti-semitismo em todo mundo, isso era um presente sem par. Mas os árabes (nãos os palestinos em si, mas todas as demais nações árabes) se recusaram e requereram todo o território palestino para si. Assim se iniciou o conflito árabe no Oriente Médio. No entanto, a mídia e as grandes nações procuram não desagradar nem contrariar as comunidades árabes porque estes povos dominam o mercado de petróleo mundial. O cumprimento das profecias para o estabelecimento do Estado de Israel; o anti-semitismo, e as profecias a respeito da Segunda Vinda do Messias.

 Israel, o relógio profético e a última hora.

POR QUE HITTLER NÃO CONSEGUIU ATINGIR SEUS OBJETIVOS DE EXTERMINAR OS JUDEUS?
HITTLER TENTOU EXTERMINAR O POVO JUDEU, MAS NÃO PÔDE. PESA SOBRE ESSE POVO A PALAVRA PROFÉTICA.
 A PROFECIA ROMPE PELA HISTÓRIA ASSIM COMO UM ROLO COMPRESSOR:
 "Se falharem estas leis fixas, diz o Senhor, então, também deixará a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre" (Jr 31.35-37)

O PLENO CUMPRIMENTO DAS PROFECIAS BÍBLICA SOBRE ISRAEL, JERUSALÉM E OS JUDEUS, É A PROVA INCONTESTÁVEL DA EXISTÊNCIA DE DEUS, E DA VERACIDADE BÍBLICA.

Dia de Jerusalém

Postado por instrutordanielpena em quarta-feira, 26 de setembro de 2012 | 16:52

O Dia de Jerusalém é um feriado nacional que marca a libertação da cidade e sua reunificação após a Guerra dos Seis Dias. O dia é celebrado no 28º dia de Iyar (geralmente da metade de Maio até o fim do mês), no dia em que os soldados Israelenses libertaram a parte Oriental da cidade em 1967.

Jerusalém foi uma cidade dividida desde a Guerra da Independência de 1948 até 1967. A parte ocidental estava nas mãos dos Israelenses e a parte oriental - excluindo o enclave no Monte Scopus – estava sob controle do Reino Jordaniano. Depois que a parte oriental da cidade foi libertada, os muros que dividiam a cidade foram destruídos, e três semanas depois o Knesset decretou uma legislação unificando a cidade e estendendo a soberania Israelense sobre a parte oriental. O dia que marca este evento foi decidido um ano depois, para celebrar a unificação da cidade e a ligação do Povo Judeu com Jerusalém ao longo dos tempos.

O Dia de Jerusalém é um dia normal de trabalho exceto para cerimônias oficias.


Costumes

Cerimônias – A cerimônia central é realizada no Monte das Munições em Jerusalém, um dos sítios das batalhas mais cruéis da cidade. Neste dia, os imigrantes da Etiópia realizam cerimônias para celebrar aqueles Judeus Etíopes que morreram a caminho de Israel.
 
Dança da Bandeira –Muitos membros da comunidade religiosa Sionista vêm a Jerusalém e fazem a procissão da dança da Bandeira, que sai do Parque Sacher perto do Knesset e vai até o Kotel (Muro das Lamentações).


Dia da Independência – Yom Ha’atsma’ut

O Dia da Independência, feriado nacional em Israel, marca a Declaração da Independência com o fim do Mandato Britânico. É o único feriado completo no calendário decretado por lei sem a tradição de centenas ou milhares de anos. O Dia da Independência é no quinto dia do mês Judaico de Iyar (do final de Abril até o meio de Maio), é o dia em que David Ben-Gurion, o primeiro Ministro de Estado, declarou a independência do Estado em 1948. Foi declarado feriado absoluto por lei, aprovado pelo Knesset em 1949. Ao longo dos anos várias tradições desenvolveram-se para celebrar este dia, que hoje é marcado por piqueniques em família em locais pitorescos ao redor do país.

As comemorações do Dia da Independência começam na noite do quinto dia de Iyar com o final do Yom Hazikaron, o dia da Recordação dos Tombados em Guerras de Israel, com cerimônias especiais marcando a transição do luto para a celebração. A cerimônia principal é realizada no Monte Herzl em Jerusalém. Durante o Dia da Independência é realizado, em Jerusalém, o Teste das Palavras da Bíblia e os prestigiosos Prêmios de Israel são distribuídos para os ganhadores do ano em uma cerimônia especial. A maioria dos estabelecimentos comerciais fica fechada neste dia, mas os cafés, restaurantes e outros locais de entretenimento estão abertos por não ser este um feriado religioso.


Costumes do Feriado

Shows aereosBandeiras – Muitos Israelenses hasteiam bandeiras em suas casas, varandas ou carros, geralmente com decorações coloridas.
 
Palcos de Entretenimento – Por ser o Dia da Independência de natureza profundamente laica, desenvolveu-se uma tradição de apresentações gratuitas de artistas, dançarinos e cômicos, sobre palcos colocados nos centros das cidades e outras comunidades na véspera do Dia da Independência. Os shows são freqüentemente acompanhados de fogos de artifícios. As ruas principais as pequenas e grandes cidades ficam lotadas de gente.
 
Churrasco – O Dia da Independência tornou-se um feriado não oficial do churrasco com famílias fazendo piqueniques com quantidades enormes de carne em cada área verde que se pode achar no país.
 
Visita aos Campos de Defesa de Israel – Muitos dos campos militares ficam abertos no Dia da Independência, oferecendo aos Israelenses a chance de ver as armas, os navios da marinha, tanques e aeronaves.
 
Filmes Israelenses – Canais locais dedicam toda a programação ao feriado e freqüentemente transmitem filmes Israelenses antigos que se tornaram cults.
 
Rezas – Embora este seja um feriado nacional e não religioso, os Sionistas tendem a fazer uma reza especial composta pelo Rabino Chefe. Esta prece às vezes incluiu o toque do shofar (chifre de carneiro).



Yom Hazikaron – Dia da Recordação dos Caídos nas Batalhas

Yom Hazikaron, Dia da Recordação dos Caídos nas Batalhas de Israel e Vítimas do Terrorismo é marcado todos os anos no 4º dia de Iyar (perto do final de Abril ou começo de Maio), uma semana após o Dia da Recordação do Holocausto e duas semanas depois de Pessach. O dia é dedicado às comemorações dos soldados do País e membros das forças de defesa de Israel, à memória dos combatentes que tombaram antes da independência do Estado e vítimas do terrorismo.

Este dia foi formalmente decretado por lei em 1963, mas a prática de celebrar os tombados neste dia começou em 1951 para marcar a conexão entre o Dia da Independência e as pessoas que morreram para alcançar e manter esta independência.

O dia começa na noite do quarto dia de Iyar e termina na noite seguinte com a abertura das celebrações do Dia da Independência. Por lei, é obrigatório o fechamento de todos os locais de entretenimento, cerimônias comemorativas aos tombados são realizadas em todo o país, e as bandeiras são estendidas a meio mastro. Na véspera de Yom Hazikaron uma sirene é tocada às 8:00 horas da noite e novamente as 11:00 horas da manhã do dia seguinte. É costumeiro ficar em pé em silêncio quando estas sirenes são tocadas.

Cerimônias de comemoração são realizadas em centros urbanos, prédios públicos e cemitérios, e as rádios e TVs dedicam-se a este tema.

Costumes de Yom Hazikaron

Não há quase nenhuma pessoa em Israel que não tenha perdido um membro da família, amigo ou conhecido nas guerras de Israel, o que faz desta data um dia significativo para cada Israelense. Muitos vão às cerimônias de comemoração, membros das famílias dos combatentes tombados vão a cemitérios militares neste dia.

Dia da Recordação do Holocausto - Yom Hasho’a

Yom Hasho’a, Dia da Recordação do Holocausto e Heroísmo em Israel, acontece no 27º dia de Nissan (perto do final de Abril e início de Maio), uma semana depois de Pessach. O dia é dedicado à memória dos seis milhões de Judeus exterminados pelos Nazistas e ao heroísmo da resistência Judaica ao Holocausto. O dia foi estabelecido para marcar o aniversário do levante do Gueto de Varsóvia na véspera de Pessach, em 19 de Abril de 1943.

O dia da lembrança foi inicialmente marcado em 1951, e foi decretado por lei em 1959. A lei estabelece que todos os locais de entretenimento, incluindo restaurantes e cafés, sejam fechados da véspera do Yom Hasho’a até a noite do dia seguinte. Serviços memoriais acontecem em todo o país, e a cerimônia principal é feita em Yad Vashem, a Organização Oficial em Memória do Holocausto de Israel. Ás 10:00 horas da manhã do Yom Hasho’a, sirenes são tocadas por 2 minutos em todo o País e é costumeiro ficar em pé em silêncio. As bandeiras são estendidas à meio-mastro e transmissões de rádio e TV dedicam-se a este assunto.


Costumes

Yom Hasho’a é um dia comum de trabalho. Alguns Israelenses participam de cerimônias, mas o dia é mais sentido nas escolas do País onde cerimônias especiais são feitas. Os sobreviventes do Holocausto e suas famílias geralmente acendem velas em memória dos parentes neste dia.
Yom Hasho’a é um dia comum de trabalho, mas os visitantes devem levar em consideração que muitos restaurantes e lugares de entretenimento fecham mais cedo na véspera deste dia até a noite seguinte.



Festas Judaicas

As festas Judaicas são celebradas em Israel oficialmente e nacionalmente, e dias de descanso são marcados de acordo com as mesmas. O Judaísmo possui seu próprio calendário, o Calendário Judaico que têm 12 meses lunares baseados nos ciclos da Lua. O mês Hebreu começa com o aparecimento da primeira Lua nova, o 15º dia do mês é quando a Lua está cheia e o mês termina quando a Lua desaparece (mais importante que o seu reaparecimento).

As festividades Judaicas, algumas muito antigas, são baseadas nas estações do ano e marcam um ciclo na agricultura. Um calendário baseado no aparecimento da Lua nova, entretanto não é compatível com o ciclo natural de 365 dias do ano (a duração de tempo que a Terra leva para completar uma volta inteira ao redor do Sol). Por isso um sistema foi desenvolvido para sincronizar os meses lunares com o ano solar. Desde os primórdios da tradição Judaica, o costume de um ano bissexto foi instituído. A cada dois ou três anos, baseado em cálculos precisos, um ano terá 13 meses ao invés de 12, porém mantendo a sincronia entre o sistema de meses lunar (e das festividades judaicas) e as estações do ano. O “salto” – ou duplicação – do mês acontece sempre no mês de Adar, o sexto mês do calendário judaico (aproximadamente em Março-início de Abril).

Diferentemente do calendário Gregoriano, onde os dias são contados a partir da meia-noite de uma noite até a meia-noite da noite seguinte, os dias no calendário Judaico são contados a partir do pôr do sol de um dia até o pôr do sol do dia seguinte. O Shabat, porém, começa na sexta-feira à noite, e é chamado de Erev Shabat, o comércio em Israel fecha cedo às sextas-feiras à tarde. O Shabat termina no sábado à noite, e é chamado de Motsa’ei Shabat. As festividades Judaicas similarmente começam e terminam à noite.

Algumas das festividades em Israel são festas religiosas ligadas ao Judaismo, enquanto outras são feriados nacionais, ligados à história do Estado desde a sua fundação. As festas religiosas são normalmente celebradas em família ou em comunidades, onde cada um dos muitos grupos étnicos judeus em Israel observa seus próprios costumes, juntamente com as leis Judaicas de cada festa. Judeus Religiosos observam as festas de acordo com as longas tradições, que geralmente inclui preces especiais. Judeus laicos também observam estas festas, mas ao longo dos anos, cada família ou comunidade social desenvolveu costumes diferentes, que normalmente incluem grandes jantares em família.

O ciclo das festividades Judaicas começa em Rosh Hashaná, o Ano Novo Judaico, no mês hebreu de Tishrei, que normalmente coincide com o final do mês de Setembro e início de Outubro. Rosh Hashaná é seguido por Yom Kipur (Dia da Expiação) e Sucot (Festa das Cabanas). Durante cada uma dessas festividades existem dias sagrados, onde departamentos governamentais e o comércio em geral ficam fechados. Os Isralenses tendem a chamar Tishrei de “o período de feriados” e usam os dias de descanso para sairem de férias. Com muita freqüência assuntos importantes são postergados até “depois dos feriados”. Os visitantes a Israel devem levar em consideração que alguns setores do comércio ficarão fechados por muitos dias durante este período, e os hotéis e os locais mais procurados para férias estarão lotados de Israelenses em férias.

O Segundo período de férias no calendário Judaico é na primavera, quando as festividades de Purim, Pessach (Passagem), e o Dia da Independência são observados, nos meses hebreus de Adar, Nissan e Iyar, que correspondem a Março, Abril e Maio. Durante Pessach, muitos estabelecimentos comerciais ficam fechados, e muitos dias sem trabalhar possibilitam aos Israelenses saírem de ferias.

Finalmente, outro período de férias que não tem nada a ver com o Calendário Judaico são as férias escolares – Julho e Agosto. Durante esse meses, e particularmente em Agosto, muitos estabelecimentos e escritórios ficam fechados por uma semana ou duas e todos ou a maioria dos trabalhadores saem para suas férias anuais com suas famílias, dentro de Israel ou fora do País.

Rosh Hashaná
Rosh Hashaná, a festividade que marca o início do ano Judaico, acontece no mês hebreu de Tishrei, que coincide com o final de Setembro e início de Outubro….. mais sobre Rosh Hashaná

Yom Kippur
Yom Kippur, Dia da Expiação, é a festividade mais sagrada e mais importante no Judaísmo. É um dia de jejum e preces que é celebrado no 10º dia do mês hebreu de Tishrei, 10 após Rosh Hashaná, o Ano Novo Judaico.......... mais sobre Yom Kippur

Sucot
Sucot, ou Festa das Cabanas, é a terceira festividade no mês hebreu de Tishrei, e é um dos mais importantes feriados Judaicos. Sucot é uma das três festas de peregrinação,em que todo o Povo Judeu vinha a Israel na Antiguidade, quando o Templo Sagrado estava lá e ofereciam animais e cereais em sacrifício. Sucot é uma festividade particularmente alegre que combina religiosidade com elementos agrícolas….. mais sobre Sucot

Chanucá
Diferente da maioria das festividades Judaicas, a origem de Chanuka não é na Bíblia, mas em eventos que aconteceram mais tarde. Esta é uma festa que tem a duração de oito dias e começa no 25º dia….. mais sobre a Chanucá

Tu BiShvat
Essa festa não tem sua origem na Bíblia mas na Mishná, que foi escrita no início do século 3 da Era Comum. É fundamentalmente uma festa agrícola, como fica evidenciado pelo seu outro nome, Ano Novo das Árvores..... mais sobre Tu BiShvat 
Purim
Purim é um dos mais alegres e festivos feriados na tradição Judaica, um feriado cujos preceitos religiosos incluem ficar alegre, e até mesmo ficar ébrio. Essa é uma festividade que permite até mesmo aos mais sérios estudiosos da Torá se deixarem levar pelo espírito de diversão, e aproveitar a atmosfera festiva..... mais sobre Purim

Pessach
Pessach, ou Páscoa, é a maior festividade na tradição Judaica, é uma das três festividades de peregrinação, juntamente com Sucot e Shavuot. Nestas festas todo o Povo Judeu vinha a Jerusalém na Antiguidade quando o Templo Sagrado estava lá e ofereciam animais e cereais em sacrifício. Desde a destruição do Templo algumas das tradições festivas ainda são mantidas sem a peregrinação e os sacrifícios, e muitas novas tradições foram acrescentadas.... mais sobre Pessach

Dia da Recordação do Holocausto
Yom Hasho’a, Dia da Recordação do Holocausto e Heroísmo em Israel, acontece no 27º dia de Nissan (perto do final de Abril e início de Maio), uma semana depois de Pessach (Páscoa)..... mais sobre Yom Hasho'a

Yom Hazikaron – Dia da Recordação dos Caídos nas Batalhas
Yom Hazikaron, Dia da Recordação dos Caídos nas Batalhas de Israel e vítimas do terrorismo é marcado todos os anos no 4º dia de Iyar (perto do final de Abril ou começo de Maio), uma semana após o Dia da Recordação do Holocausto e duas semanas depois de Pessach (Páscoa).... mais sobre Yom Hazikaron

Dia da Independência – Yom Ha’atsma’ut
O Dia da Independência, feriado nacional em Israel, marca a declaração da Independência com o fim do Mandato Britânico. É o único feriado completo no calendário decretado por lei sem a tradição de centenas ou milhares de anos.... mais sobre Yom Ha'atsma'ut

Dia de Jerusalém
O Dia de Jerusalém é um feriado nacional que marca a libertação da cidade e sua reunificação após da Guerra dos Seis Dias. O dia é celebrado no 28º dia de Iyar (geralmente da metade de Maio até o fim do mês), o dia em que os soldados Israelenses libertaram a parte Oriental da cidade em 1967.... mais sobre Dia de Jerusalém

Lag ba-Omer
Lag ba-Omer é no 33º dia da contagem de Omer, que começa na segunda noite de Pessach e termina em Shavuot. A contagem do Omer é um ritual que data da antiguidade, quando o Templo Sagrado era em Jerusalém (Veja Shavuot)…. mais sobre Lag ba-Omer

Shavuot
Shavuot, a Festa das Semanas, é uma das três festividades de peregrinação, juntamente com Pessach e Sucot. Nessas festas todo o Povo Judeu vinha a Jerusalém na Antiguidade quando o Templo Sagrado estava lá e ofereciam animais e cereais em sacrifício... mais sobre Shavuot

Tisha B’Av

Um dia de luto marcado pela destruição do Primeiro Templo, destruído em 586 AC por Nabucodonosor, Rei da Babilônia, e a destruição do Segundo Templo, destruído no ano 70 AC por Titus, Imperador de Roma. Essa data também marca o início da expulsão dos Judeus da Espanha em 1942, por ordem da Monarquia Espanhola…..... mais sobre Tisha B'Av

Shemini Atsêret e Simchat Torá


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União e igualdade de direitos são temas-chave de Shemini Atsêret e Simchat Torá, datas nas quais nos alegramos com a Torá.
A melhor maneira de celebrar Simchat Torá seria dedicar os dois dias à leitura da Torá. Mas é justamente o contrário que ocorre. Todos os judeus, sem exceção, pegam a Torá fechada e dançam com ela nos braços.
O ato encerra uma grande lição: se os festejos fossem realizados com a Torá aberta, com sua leitura, haveria distinções entre um judeu e outro, pois a compreensão e o conhecimento de cada um são diferentes. Com a Torá fechada, mostramos a união e a igualdade de todos os judeus, unidos pela mesma alegria. O texto não é lido, mas todos sabem que é algo precioso e, por isso, dançam juntos e em total alegria.

Shemini Atsêret

Leis e Costumes:

É a prática em muitas comunidades – e este é o costume Chabad – conduzir "hacafot" e dança com os Rolos de Torá também na véspera de Shemini Atsêret.Na prece de Mussaf começamos a inserir a frase "mashiv haruach umorid hageshem" ("quem faz o vento soprar e traz a chuva") nas nossas preces diárias (como continuaremos a fazer durante o inverno, até o 1º dia de Pêssach).

Hinos especiais sobre a chuva e a água são acrescentados à Mussaf em honra da ocasião.

Yizcor é recitado hoje após a leitura da Torá.

Hacafot
Após Arvit, Prece Noturna, e o kidush, prece sobre o vinho, faz-se as Hacafot (danças com a Torá), recitando-se preces especiais e tirando-se da Arca todos os Rolos da Torá, que então passam a ser carregados ao redor da Bimá (mesa onde é colocada a Torá para a leitura) em sete voltas.

Todos recebem a honra de carregar a Torá. As crianças juntam-se também à celebração e diversão, e acompanham a "coreografia" ao redor da Bimá carregando bandeirolas de Simchat Torá.
As Hacafot são repetidas novamente durante o Serviço Matinal, com o mesmo grau de alegria.

Simchat Torá

Leis e Costumes:
Hacafot
Em Simchat Torá ("Júbilo da Torá") concluímos, e recomeçamos o ciclo anual de leitura da Torá. O evento é marcado com muita alegria, e "hacafot", feita na véspera e na manhã de Simchat Torá, na qual dançamos com os Rolos de Torá ao redor da bimá. Durante a leitura de hoje da Torá, todos, incluindo crianças abaixo da idade de bar-mitsvá, são chamados à Torá; assim a leitura é feita inúmeras vezes, para que todos recitem a bênção sobre a Torá neste dia. (chabad.org.br)

Caparot

A véspera de Yom Kipur inicia com o antigo costume de Caparot, que é realizado antes do raiar do dia. Um homem ou menino pega um galo, uma mulher ou menina, uma galinha, segura na mão, recitando a prece Benê Adam, girando a ave nove vezes sobre a cabeça. A prece continua: "Seja esta a minha expiação..." Isto é feito com o intuito de evocar um arrependimento sincero, para que não tenhamos destino semelhante ao da ave, graças à misericórdia de D'us que nos perdoa após o arrependimento verdadeiro. O valor correspondente ao da ave é doado aos pobres. Este costume pode também ser feito com dinheiro.

Texto para caparot
(Transliterado e traduzido)
BENÊ ADÁM YOSHEVÊ CHÔSHECH VETSALMÁVET, ASSIRÊ ÔNI UVARZÊL. YOTSIÊM MECHÔSHECH VETSALMÁVET, UMOSROTEHÊM YENATÊC. EVILÍM MIDÊRECH PISH’AM, UMEAVONOTEHÊM YIT’ÁNU. COL ÔCHEL TETAÊV NAFSHÁM, VAYAGUÍU AD SHAARÊ MÁVET. VAYIZ’AKÚ EL A-DO-NAI BATSÁR LAHÊM, MIMETSUCOTEHÊM YOSHIÊM, YISHLÁCH DEVARÔ VEYIRPAÊM, VIMALÊT MISHECHITOTÁM. YODÚ LA-DO-NAI CHASDÔ, VENIFLEOTÁV LIVNÊ ADÁM. IM YÊSH ALÁV MAL’ÁCH MELÍTS ECHÁD MINÍ ÁLEF, LEHAGUÍD LEADÁM YOSHRÔ. VAYCHUNÊNU, VAYÔMER; PEDAÊHU MERÊDET SHÁCHAT, MATSÁTI CHÔFER.

Filhos do homem, que moram na escuridão e à sombra da morte, presos pela miséria e por cadeias de ferro – Ele os tirará da escuridão e da sombra da morte e quebrará seus grilhões. Pecadores insensatos, afligidos por causa de seus caminhos pecaminosos e suas iniqüidades; sua alma abomina todo alimento e eles chegam aos portões da morte – clamam ao Eterno em sua angústia; Ele os salva de suas aflições. Envia Sua palavra e os cura; Ele os salva de seus túmulos. Agradeçam ao Eterno por Sua bondade, e [proclamem] Suas maravilhas para com os filhos do homem. Se há para um homem [pelo menos] um anjo intercessor dentre mil [acusadores], para falar de sua retidão em seu favor, então Ele lhe será gracioso e dirá: Salva-o de descer para o túmulo; Eu achei expiação [para ele].
o Gire a ave ao pronunciar as palavras "CHALIFATÍ" (minha permuta), "TEMURATÍ" (meu subtituto), "CAPARATÍ" (minha expiação):

Homem:

ZÊ CHALIFATÍ, ZÊ TEMURATÍ, ZÊ CAPARATÍ.
ZÊ HATARNEGÔL YELÊCH LEMITÁ (quando feito com dinheiro substitua as palavras sublinhadas por: ZÊ HAKESSÊF YELÊCH LITSDACÁ), VAANÍ ELÊCH LECHAYÍM TOVÍM ARUCHÍM ULSHALÔM.

Esta é minha permuta, este é meu substituto, esta é minha expiação. Este galo irá para a morte (quando feito com dinheiro substitua as palavras anteriores por: "este dinheiro será doado à caridade") e eu irei para uma boa e longa vida e para a paz.

Mulher:

ZÔT CHALIFATÍ, ZÔT TEMURATÍ, ZÔT CAPARATÍ. ZÔT HATARNEGÔLET TELÊCH LEMITÁ (quando feito com dinheiro substitua as palavras sublinhadas por: ZÊ HAKESSÊF YELÊCH LITSDACÁ), VAANÍ ELÊCH LECHAYÍM TOVÍM ARUCHÍM ULSHALÔM.

Mulher grávida:

Faz caparot com um galo e duas galinhas e recita o texto no plural: ÊLU CHALIFATÊNU, ÊLU TEMURA-TÊNU, ÊLU CAPARATÊNU. ÊLU HATARNEGÔLÍM YELECHÚ LEMITÁ (quando feito com dinheiro substitua as palavras sublinhadas por: ZÊ HAKESSÊF YELÊCH LITSDACÁ), VAANÁCHNU NELÊCH LECHAYÍM TOVÍM ARUCHÍM ULSHALÔM.

Esta é minha permuta, este é meu substituto, esta é minha expiação. Esta galinha irá para a morte (quando feito com dinheiro substitua as palavras anteriores por: "este dinheiro será doado à caridade") e eu irei para uma boa e longa vida e para a paz.

Estas são minhas permutas, estes são meus substitutos, estas são minhas expiações. Estas aves irão para a morte (quando feito com dinheiro substitua as palavras anteriores por: "este dinheiro será doado à caridade") e nós iremos para uma boa e longa vida e para a paz.

Repita todo o texto acima três vezes, girando a ave (ou o dinheiro) um total de nove vezes sobre a cabeça.

Alimentos simbólicos para Rosh Hashaná

Vários alimentos simbólicos são ingeridos na refeição da primeira noite de Rosh Hashaná, e um pedido é recitado para cada alimento. Este costume é baseado em um ensinamento talmúdico: "Presságios são significativos; por isso cada pessoa deveria comer no início do ano abóboras, beterrabas, tâmaras e alhos-poró."




maca Maçã

Mergulhamos uma fatia de maçã doce no mel, recitamos a bênção da fruta (Borê Peri Haêts) e falamos: "Yehi ratson milefanêcha shetechedêsh alênu shaná tová umetucá".
"Possa ser Tua vontade renovar para nós um ano bom e doce ".




Chalot

As chalot servidas em Rosh Hashaná são redondas, símbolo de continuidade e eternidade, como o círculo que não tem começo nem fim; sem ângulos, nem arestas, um pedido para um ano sem conflitos. Costuma-se mergulhar o pão no mel em vez do sal habitual, em todas as refeições desde Rosh Hashaná até o sétimo dia de Sucot.



Mel

O valor numérico da palavra "dvash" (mel) equivale ao valor de "Av Ha'Rachamim" (Pai Misericordioso): assim o mel representa a esperança de que a sentença decretada pelo Supremo Juiz seja amenizada pela Sua compaixão



Frutas e alimentos especiais

É costume comer carne e vinho doce ou qualquer bebida doce nesta refeição, para ter um ano farto e doce.
Na segunda noite de Rosh Hashaná, imediatamente após o kidush, costuma-se ingerir uma fruta nova, a primeira vez que comeríamos nesta estação, a fim de pronunciarmos a bênção de Shehecheyánu.
Há quem costume recitar uma prece especial (Yehi ratson) antes de ingerir qualquer um dos seguintes alimentos. Conforme o costume Chabad, Yehi ratson só é recitado ao ingerir a maçã com mel.
Os sefaradim colocam no centro da mesa uma cesta (Traskal) contendo diferentes espécies de frutas que contém muitas sementes, para que as boas ações sejam numerosas no ano vindouro além de alimentos especiais entre os quais maçã, alho poró, acelga, tâmara, abóbora ou moranga, feijão roxinho, romã, peixe e cabeça de carneiro (que pode ser substituída por língua de boi ou cabeça de peixe). Antes de ingerir cada um dos nove alimentos recita-se um "Yehi Ratson" especial:




Alho-Poró

"Yehi Ratson milefanêcha sheyicaretu oyvêcha vessoneêcha, vechol mevacshê raatênu".
"Possa ser Tua vontade que sejam exterminados Teus inimigos e Teus oponentes e todos aqueles que querem nosso mal".




Acelga

"Yehi Ratson milefanêcha sheyistalecu oyvecha vessoneêcha, vechol mevacshê raatênu".
"Possa ser Tua vontade que sejam removidos Teus inimigos e Teus oponentes e todos aqueles que querem nosso mal".




Tâmara

Costuma-se ingeri-la para que acabem nossos inimigos (em hebraico, yitámu, parecido com tamar).
"Yehi Ratson milefanêcha sheyitámu oyvecha vessoneêcha, vechol mevacshê raatênu".
"Possa ser Tua vontade que sejam consumidos Teus inimigos e Teus oponentes e todos aqueles que querem nosso mal".




Abóbora, moranga ou cenoura

A palavra "mern", em yidish, pode ser traduzida como "cenoura" e também como "se multipliquem". Por isto comemos cenoura - para que os méritos se multipliquem.
"Yehi Ratson milefanêcha sheticrá rôa guezar dinênu, veyicareú lefanecha zechuyotênu".
"Possa ser Tua vontade que o decreto ruim de nossa sentença seja rasgado em pedaços, e que nossos méritos sejam proclamados perante Ti".




Feijão roxinho

"Yehi Ratson milefanêcha sheyirbu zechuyotênu".
"Possa ser Tua vontade que nossos méritos se multipliquem".




Romã

Costuma-se ingerir em sinal para que aumentem nossos méritos como os caroços da romã. Há uma explicação que a romã possui 613 caroços - o número das mitsvot da Torá.
"Yehi Ratson milefanêcha sheyirbu zechuyotênu carimon".
"Possa ser Tua vontade que nossos méritos cresçam em número como [as sementes] da romã".




Peixe

"Yehi Ratson milefanêcha shenifrê venirbê cadaguim; vetishgach alan beená pekichá".
"Possa ser Tua vontade que nós nos frutifiquemos e nos multipliquemos como peixes; e cuida de nós com olho aberto [atentamente]".




Cabeça de carneiro, língua ou peixe com cabeça

Costuma-se ingerir um destes alimentos para que sejamos cabeça e não cauda:
- de carneiro, para lembrar o mérito do sacrifício de Yitschac que foi substituído por um carneiro.
- de peixe, para que o ser humano se multiplique como os peixes.
"Yehi Ratson milefanêcha shenihyê lerosh velô lezanav".
"Possa ser Tua vontade que sejamos como a cabeça e não como a cauda".




Ingredientes que devem ser evitados

Não se come nada temperado com vinagre em Rosh Hashaná ou raiz forte para não ter um ano amargo. Nozes também não devem ser ingeridas nestes dias. Um dos motivos é porque as nozes provocam pigarro que pode atrapalhar as orações do dia; outro motivo é que o valor numérico da palavra egoz (noz) corresponde ao da palavra chet (pecado) sem o alef.
(fonte: chabad.org.br)

Tzom Gedaliah

Tzom Gedaliah (Fast de Gedaliah) é um dia anual rápido instituída pelos sábios judeus para comemorar o assassinato de Gedaliah Ben Achikam, o governador de Israel durante os dias de Nebuchadnetzar rei da Babilônia. Como resultado da morte de Gedalias de os últimos vestígios de autonomia da Judéia após a conquista da Babilônia foram destruídas, milhares de judeus foram mortos, e os judeus remanescentes foram levados para o exílio final. O jejum é observado no dia imediatamente após Rosh Hashaná, o terceiro de Tishrei. Nos escritos proféticos este jejum é chamado de 'Velozes do Sétimo' em alusão ao Tishrei, o sétimo mês.  

Ao Nebuchadnetzar rei da Babilônia, destruída Santuário do Templo em Jerusalém e exilou o povo judeu para a Babilônia, ele permitiu que um remanescente empobrecidos permanecer na terra e Gedalias Ben Achikam como seu governador. Muitos judeus que tinham fugido para Moabe, Amom, Edom, e outras terras vizinhas voltaram para a terra de Judá, tendiam as vinhas dadas a eles pelo rei da Babilônia, e desfrutou de uma trégua novo após a sua opressão antes. Rei de Amon no entanto - hostil e invejoso do remanescente da Judéia enviou um judeu leal, Yishmael Ben Netaniah, para assassinar Gedalias. No sétimo mês (Tishrei) Yishmael vieram a Gedalias, na cidade de Mitzpa, e foi recebido cordialmente. Gedalias tinha sido avisado da intenção assassina de seu convidado, mas recusou-se a acreditar que seus informantes na crença de que seu relatório foi mera calúnia.  
Yishmael assassinado Gedaliah, juntamente com a maioria dos judeus que tinham se juntou a ele e os números de babilônios quem o rei da Babilônia, deixara com Gedalias. Os judeus restante temia a vingança do rei babilônico e fugiu para o Egito. sobreviver O remanescente de judeus foi, assim, dispersa ea terra ficou desolada. Em memória de essas tribulações, nossos Sábios instituíram o "jejum do sétimo 'no dia do assassinato de Gedalias no sétimo mês. Há uma opinião que Gedalias foi morto no primeiro dia de Tishrei, mas o jejum foi adiada até depois de Rosh Hashaná, o jejum desde é proibido durante um festival. 
 Em relação a este dia de jejum, os rabinos disseram que o seu objectivo é o de estabelecer que a morte dos justos é comparada à queima da casa do nosso Deus.Assim como eles ordenaram um jejum após a destruição do Santuário, da mesma forma que eles reservar um rápido após a morte de Gedalias. quando Rosh Hashaná cai na quinta-feira e sexta-feira, o jejum é adiado até domingo, já que nenhum jejum público é observada no Shabat com a exceção do Yom Kippur.  
O jejum é observado desde o amanhecer até as estrelas aparecem à noite. O cantor inclui o Anenu oração na repetição da Amidá Shachrit. Um Rolo de Torá é retirada (da arca o) os treze atributos divinos são ditas e as passagens são Vayechal ler a Torá (Shemot 32: 14 e 34: 1-10).

Rosh Hashaná

O mês de Tishrei é o sétimo no calendário judaico. Isso pode parecer estranho, pois Rosh Hashaná, o Novo Ano, é no primeiro e segundo dia de Tishrei. A razão é que a Torá fez o mês de Nissan o primeiro do ano, para enfatizar a importância histórica da libertação do Egito, que aconteceu no décimo quinto dia daquele mês, e que assinalou o nascimento de nossa nação.
Entretanto, de acordo com a tradição, o mundo foi criado em Tishrei, ou mais exatamente, Adam (Adão) e Chava (Eva) foram criados no primeiro dia de Tishrei, que foi o sexto dia da Criação, e é a partir deste mês que o ciclo anual se inicia. Por isso, Rosh Hashaná é celebrado nesta época.
Há doze meses no ano, e há doze Tribos em Israel. Cada mês do ano judaico tem sua Tribo representativa. O mês de Tishrei é o mês da Tribo de Dan. Isto tem um significado simbólico, pois quando Dan nasceu, sua mãe Lea disse: "D'us julgou-me e também atendeu à minha voz." Dan e Din (Yom HaDin, Dia do Julgamento) são ambos derivados da mesma raiz, simbolizando que Tishrei é a época do Julgamento Divino e do perdão. Similarmente, cada mês do calendário judaico tem seu signo no Zodíaco (em hebraico mazal). O mazal de Tishrei é a Balança. Este é o símbolo do Dia do Julgamento, quando D'us pesa as boas e as más ações do ser humano.
Embora cada Lua Nova seja anunciada e abençoada na sinagoga no Shabat que a precede, a Lua Nova de Tishrei não é anunciada nem abençoada, pois o próprio D'us a abençoa. O aspecto místico de Rosh Hashaná é indicado nas Escrituras: "Soe o shofar na Lua Nova, em ocultamento do dia de nossa festa."
Satan, o Acusador, não deve perceber a chegada de Rosh Hashaná, o Dia do Julgamento. Esta é também uma das razões pelas quais a Lua Nova não é mencionada nas preces de Rosh Hashaná. É também um dos motivos pelos quais a primeira porção do livro Bereshit da Torá não é lida em Rosh Hashaná, embora seja apropriado lê-la, pois Rosh Hashaná é o aniversário do Homem, quando Adam foi criado.
Shofar em Jerusalem
O primeiro dia de Tishrei, que é o primeiro dia de Rosh Hashaná, jamais pode cair num domingo, quarta ou sexta-feira. Historicamente, entretanto, o primeiro Rosh Hashaná foi numa sexta-feira, o sexto dia da Criação. Neste dia, D'us criou os animais dos campos e das selvas, e todos os animais rastejantes e insetos, e finalmente - o homem. Assim, quando o homem foi criado, encontrou tudo pronto para ele.
Nossos sábios viram nisso a ordem da Criação, como a consideração do bom anfitrião que, antes de convidar um hóspede de honra, coloca a casa em ordem, prepara as lâmpadas mais brilhantes, uma refeição deliciosa, etc., para que seu convidado encontre tudo preparado. Mas também vêem nisto uma profunda lição: se o homem é merecedor, é tratado como um convidado de honra; se não o merece, dizem-lhe: "Não fique orgulhoso de si mesmo; até um inseto foi criado antes de você!"

Costumes da Festividade

Reza -Judeus religiosos participam dos serviços prolongados nas sinagogas, e repetem rezas especiais e músicas litúrgicas que variam de um grupo étnico para outro.

Slichot – Rezas especiais de penitência – Durante a semana (ou mês, dependendo do grupo étnico) antes de Rosh Hashaná  existem 3 rezas especiais de “slichot”, que pedem por perdão e expressam remorso e arrependimento.
 
O toque do shofar (chifre de carneiro)  - Em Rosh Hashaná 100(ou 101, dependendo da tradição étnica) toques do shofar são ouvidos nas sinagogas em grupos de um, três e nove sopros. O toque do shofar tem a intenção de simbolizar a soberania de Deus sobre o mundo, relembrar os Judeus sobre os dez mandamentos dados no Monte Sinai, da devoção de Abraão e Isaac a Deus, despertar as pessoas para o arrependimento e anunciar o Dia do Julgamento e da chegada do Messias.Quando o primeiro dia de Rosh Hashaná é no Shabat, o shofar é tocado somente no segundo dia.
 
Maçã e mel – Na refeição da noite de Rosh Hashaná é costumeiro comer uma maçã mergulhada no mel entre outros pratos  doces para simbolizar um ano novo doce.
 
Tashlich – Na tarde de Rosh Hashaná é costumeiro andar até um rio ou margem de um lago ou a qualquer outro local de água aberto, sacudir os bolsos e simbolicamente  arremessar seus pecados para dentro da água, Se você vier a Israel neste período, vale a pena ir ver os Judeus realizando este costume.Quando o primeiro dia de Rosh Hashaná coincide com o Shabat, o Tashlich é feito no segundo dia.
 
Cumprimentos de Ano Novo – Até alguns anos atrás, Judeus em Israel (e arredor do mundo)  costumavam mandar cartões de “Shaná Tová” a seus amigos e parentes desejando a eles saúde, felicidades e prosperidade no ano vindouro. Hoje em dia este costume quase desapareceu uma vez que a maioria prefere usar o telefone ou mandar um e-mail. De um jeito ou de outro, é costumeiro, os Judeus desejarem a todos que encontram durante o período de Ano Novo um “Shaná Tová” – bom ano novo.
 
Refeições  da Festividade – Até mesmo os Judeus laicos que não vão às sinagogas tem uma refeição festiva na noite de Rosh Hashaná, com um bom vinho, maçã  mergulhada em mel e outros pratos doces. É costumeiro comer romãs, como símbolo de um ano fértil, a cabeça de um peixe, simbolizando o desejo de manter–se à frente e outras comidas simbólicas.

Shabbat — O Sábado — שבת

A Halachá, ou Lei Judaica, atribui ao Sábado o estatuto de festival. Os Judeus celebram o Shabbat, um dia de descanso, no sétimo dia de cada semana. A Lei Judaica define que o término do dia ocorre ao anoitecer, que é quando o dia seguinte começa. Assim, o Shabbat começa ao pôr-do-sol de sexta-feira, e termina ao início da noite de Sábado.
Em muitos aspectos, a Halachá (Lei Judaica) atribui ao Shabbat o nível do dia sagrado mais importante do calendário judaico.
  • É o primeiro dia santo mencionado no Tanach (Bíblia Hebraica), e Deus foi o primeiro a observá-lo, através da finalização da Obra da Criação do Mundo.
  • A liturgia judaica trata o Shabbat como “noiva” e “rainha”.
  • A leitura da Torá no Sabbath tem mais aliyot do que em Yom Kippur, a mais solene celebração do calendário.
  • Existe a tradição que o Mashich (o Messias Judeu) chegará se todos os Judeus cumprirem duas vezes o Shabbat.

Rosh Chodesh — o Novo Mês

O primeiro dia de cada mês e o trigésimo dia do mês precedente, se ele tiver 30 dias, é (nos nosso tempo) uma festividade menor conhecida como Rosh Chodesh (a cabeça do mês). A única excepção é o mês de Tishrei, cujo começo é uma festividade solene e importante, Rosh Hashaná. Exitem também rezas especiais que são ditas no momento em que se observa a Lua Nova pela primeira vez em casa mês.

Dízimo de Animais

  • Ano Novo para os Dízimos de Animais — 1 Elul
Esta comemoração não é observada actualmente. Este dia foi estabelecido pela Mishná como o Ano Novo para os dízimos de animais, o que equivalia a um novo ano para o pagamento de impostos.

Tisha BeAv — Nove de Av

  • Tisha BeAv (צום תשעה באב‎) — 9 de Av
Tisha B'Av é o jejum e dia de luto que comemora dois dos mais trágicos eventos da História Judaica que ocorreram no dia 9 do mês de Av — a destruição pelos babilónicos, no ano 586 antes da Era Comum, do Templo de Salomão, ou Primeiro Templo de Jerusalém, e a destruição do Segundo Templo, no ano 70 da nossa era, pelos Romanos. Outras calamidades na História Judaica também tiveram lugar em Tisha BeAv, incluindo o édito do Rei Eduardo I, que forçava os Judeus a deixar a Inglaterra em 1290, e o Decreto de Alhambra, ou Édito de Expulsão dos Judeus de Espanha, pelos Reis Católicos, Fernando de Aragão e Isabel de Castela, em 1492.



Um dia de luto marcado pela destruição do Primeiro Templo, destruído em 586 AEC por Nabucodonosor, Rei da Babilônia, e a destruição do Segundo Templo, destruído no ano 70 EC por Titus, Imperador de Roma. Essa data também marca o início da expulsão dos Judeus da Espanha em 1942, por ordem da Monarquia Espanhola. Todos esses acontecimentos transformaram este dia no principal dia de luto no calendário Judaico. Existem mais três dias de luto associados com a destruição do Primeiro e do Segundo Templos, mas Tisha B’Av é o mais importante de todos.

As três semanas que precedem Tisha B’Av é o período conhecido como Bein há –Metsarim – um período de luto que inicia no dia 17 de Tamuz, o dia em que os muros de Jerusalém foram violados, anterior à destruição do Segundo Templo (que também é um dia de jejum). Muitas práticas de lamentações são observadas durante este período: não há cerimônias de casamento, e Judeus religiosos não cortam o cabelo nem ouvem músicas.
Tisha B’Av é um dia de jejum assim como o é o Dia do Perdão, que se inicia no pôr-do-sol da véspera de 9 de Av e dura até o pôr-do-sol do dia seguinte. O dia de jejum inclui muitas outras proibições ou prazeres físicos.

Costumes de Tisha B’Av

Jejum – Este é um jejum total, sendo proibido tanto a comida quanto a bebida.

Outras proibições e abstinências físicas – lavar-se, usar sapatos de couro, etc. A observância severa inclui dormir no chão e não sentar-se em cadeiras durante o dia (normalmente até o meio-dia).

Leitura do Livro das Lamentações – O Livro Bíblico das Lamentações é um lamento sobre a destruição do Primeiro Templo escrito, de acordo com a tradição, pelo profeta Jeremias. As lamentações descrevem a situação de extrema tristeza de Jerusalém e do Povo Judeu após a destruição.

O texto justifica o decreto da destruição imposto por Deus ao Povo Judeu pelos seus pecados, mas também contém palavras de conforto e súplicas a Deus para perdoar seu povo e devolvê-lo a sua antiga condição. Existe um costume de ler as Lamentações à luz de velas, enquanto senta-se no chão.

Rezar no Muro Ocidental – Em Tisha B’Av muitos Israelenses vão até o Muro Ocidental, o último remanescente do Templo, para ler as Lamentações neste local.


As Três Semanas e os Nove Dias

  • As Três Semanas (Ben Hametzarim): de 17 de Tamuz (Tsom shiv'á asar betamuz) a 9 de Av (Tishá BeAv)
  • Os Nove Dias: 1 – 9 de Av
  • (Veja também 10 de Tevet)
Os dias entre 17 de Tamuz e 9 de Av são dias de luto, em lembrança do colapso de Jerusalém durante a ocupação romana que ocorreu entre estas datas. Tradicionalmente, os casamentos e outras ocasiões festivas, não são realizadas durante este período. Um elemento adicional é acrescentado neste tempo, durante os últimos nove dias, entre 1 e 9 do mês de Av — os religiosos abstêm-se de comer carne e beber vinho, excepto no Shabbat ou numa Seudat Mitzvá (uma refeição de mitzvá, tal como um Pidion Haben, que é a celebração do reconhecimento de um recém-nascido, ou a conclusão do estudo de um texto religioso). Da mesma forma, é costume não cortar o cabelo durante este período.

Histórico da Obra

Histórico das Igrejas em Obra de Restauração no Brasil


O material contido neste histórico foi coletado em sites e através de pesquisas que duraram um ano e cinco meses, e está sendo disponibilizado gratuitamente para os que ainda não conhecem nosso histórico.

Primeiro Livro

O colapso das “Igrejas Evangélicas”


A obra apresenta dezesseis artigos relacionados à vida e à identificação de algumas igrejas evangélicas que passam, segundo o próprio autor, que é evangélico, por um colapso da apostasia.

Segundo Livro

Perdoa-nos assim como nós perdoamos
Você perdoa facilmente? Ama intensamente? Briga com facilidade? Tem muitos amigos? Confia em muitas pessoas? Sabe dizer quando está certa ou errada? Prefere morrer por quem ama, ou viver sem a pessoa amada? Considera-se uma pessoa controlada?

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Ora, daqueles que pareciam ser alguma coisa, esses, nada me acrescentaram,antes, pelo contrário, (Gálatas 2.6)