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ÁLCOOL E DROGAS. O QUE FAZER?

Postado por Daniel Pena em segunda-feira, 2 de janeiro de 2012 | 19:21

Hoje, em todo o mundo, é preocupante o crescente consumo de drogas. O problema alcançou tamanha proporção, que ações e repressão ao narcotráfico são pequenos paliativos que, executados isoladamente, não atingem o objetivo desejado.
Sabemos que a questão do uso de drogas não passa apenas pelo indivíduo dependente, nem tampouco pelo traficante somente, pois estes são os dois extremos de uma questão a esmagadora maioria é composta por usuários, quer esporádicos ou frequentes e todo o grupo social que os cerca. Senão vejamos.

Sabe-se que o consumo de álcool/drogas traz no seu bojo um percentual de aproximadamente 10 a 15% de usuários que em algum momento irão estar quimicamente dependentes e apresentarão problemas oriundos deste consumo. Restam portanto 85 a 90 % de consumidores que podem até ter problemas ocasionais derivados de seu uso dos químicos, mas que justamente quando surgirem estes problemas, irão identificar o prejuízo que vêm tendo e optarão por interrompê-lo ou simplesmente passarão a consumir com moderação, evitando maiores dissabores.

Estes, todavia, serão justamente os aconselhadores mais perigosos, pois terão a experiência do controle de si mesmos e estarão sempre prontos a convencer aos outros de que é possível consumir álcool/drogas e ter controle desse uso. Haja visto seu próprio exemplo. Desta forma, teremos aí, o espelho onde o dependente busca encontrar apoio para justificar sua recusa em reconhecer a falência diante dos químicos e aceitar que é portador de uma doença de NEGAÇÃO.

Para se começar qualquer movimento no sentido de tratar a questão: alcoolismo/toxicopedendentes, suas implicações diretas e indiretas a sua afetação na sociedade como um todo, é preciso antes de qualquer coisa, que nos livremos de todo e qualquer preconceito para então ter condições de avaliar uma outra informação com a mente aberta. Portanto, contando com essa boa vontade dos leitores, vou apresentar alguns fatos para questionarmos juntos.

Sensível e desconfiado por natureza, o dependente químico está sempre exagerando na dose, e que dose! E, uma vez tendo começado a usar (beber, cheirar, fumar) parece querer acabar com toda a droga existente (álcool é droga) no mundo. Sua sensibilidade lhe diz que alguma coisa está errado, mas ele desconfia de qualquer tentativa de aproximação, e se isola no seu conflito, querendo resolver seu quebra-cabeças sozinho, fingindo ignorar a tragédia que se aproxima, agarrando-se desesperadamente à convicção de que desta vez será diferente. Ele vai conseguir controlar e provar para todo mundo e para si mesmo que não é um “viciado”. Apenas se descontrolou algumas vezes, é lógico, tinha bons motivos para isso, por exemplo: Se sua mulher o compreendesse e parasse de encher a paciência, ele ficaria mais em casa e não usava tanto. Se não fosse tão baixo o meu salário e as coisas tão caras e esses políticos corruptos ricos e ele ali, submetido aos seus caprichos; só mesmo tomando uma para esquecer.

Bom, já deu prá notar as desculpas tão nossa conhecidas, não é? Descontrole, perda da família, de empregos, dos amigos, uma profunda insatisfação diante da vida, sentimentos de solidão e constante estado de eminência de morte são comuns ao dependente químico.
E temos dependentes nos diversos segmentos da sociedade, expondo a todos, aos riscos advindos do seu comportamento angustiado e irresponsável. Aviadores, motoristas, mecânicos, médicos, carteiros, professores, policiais, políticos, cozinheiros, marinheiros, controladores de vôo, donas-de-casa, babás, atores, mestres de artes marciais e tantos em outras profissões.

Destes, temos brancos, negros, mulatos, etc... E ainda poderão ser ricos, classe média alta, média, média baixa, pobres, muito pobres, paupérrimos e mendigos.
Poderão ser homens, mulheres, homossexuais, bissexuais, sem escolha definida ou assumida, não importa.
A todos, a dependência química poderá atingir, independentemente de quaisquer dos fatores citados ou outros que não tinham sido.

A propósito, a dependência química sintomatizada pelo uso abusivo de álcool/drogas, é uma doença reconhecida pela O.M.S. – Organização Mundial de Saúde no mundo inteiro. É doença nos Estados Unidos, no Japão, na Inglaterra, no Brasil, no Rio de Janeiro e São Paulo. Essa doença que mata, mas desmoraliza antes, é progressiva – ninguém começa tomando uma caixa de cerveja, fumando vinte cigarros de maconha por dia, nem cheirando dez gramas de cocaína numa noite. 
O uso progride.

E, além disso, é incurável. Mas, o fato de não ter cura, não significa que é impossível tratá-la. É possível sim. O tratamento existe e a recuperação também. Pode-se interromper o processo de progressão a partir da total abstinência, acrescida de uma terapêutica própria, específica para o dependente químico, cujo objetivo principal é fortalecer o desejo de parar de usar e se manter assim, sendo estimulada uma proposta de mudanças que certamente poderão melhorar sua qualidade de vida.
Convém sabermos ainda, que esta doença afeta aqueles que convivem com um dependente de forma muitas vezes tão intensa que os leva a desenvolver um comportamento semelhante, e por isso, o familiar deve e precisa de tratamento similar.

Como podemos perceber, apenas toquei na ponta deste imenso iceberg e muito, mas muito mesmo, há para ser exposto. Essa patologia, é tão ampla e complexa que não tive, não tenho e jamais terei a pretensão de conseguir esgotar o assunto. De alguma forma, espero ter acrescentado informações úteis e ofereço o que disponho para tratar, esclarecer e orientar aqueles que quiserem ou tiverem a necessidade dessa ajuda.
Nesta oportunidade, como sempre faço, agradeço a Deus e àqueles que propiciaram este nosso primeiro encontro, comprometendo minha equipe a continuar esse trabalho, enquanto Ele assim o permitir.
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