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Divórcio na igreja - Pr. Gênesis - parte 3

Postado por Daniel Pena em terça-feira, 4 de outubro de 2011 | 13:50

Pr . Gênesis Silva Costa
Como Marcos escreveu para os romanos (Mc 10.2-12), no verso 10-12 Jesus define com os seus discípulos: “E em casa tornaram os discípulos a interrogá-lo acerca disto mesmo. Ele lhes disse: Qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra, adultera contra ela. E se a mulher deixar a seu marido, e casar com outro, adultera”;

Lucas - para os Gregos – (Lc 16.18) “Qualquer que deixar sua mulher, e casa com outra, adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido adultera também”.

Paulo - para as Igrejas gentílicas – Rm 7.2,3: “Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas morto o marido, está livre da lei do marido. De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera, se for doutro marido”. Também contextualizado (1ª Co 7.10,11,39). Neste caso, esta citação (do casamento judaico) poderia dar interpretação errada, já que estas culturas de casamentos, casam-se e se ajuntam de imediato.

Após os esclarecimentos de Mateus 19.9, que a carta de divórcio que Moisés liberou, acontecia dentro da cultura de casamento judaico, que no caso de o homem ao ajuntar-se com a esposa, após um ano não a encontrasse virgem (Dt 24.1;22.13-19), os discípulos tiveram uma reação impactante: Se essa é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar” (Mt 19.10).

JESUS FALA DA CASTIDADE RESPONDENDO À REAÇÃO DOS DISCÍPULOS, REVELANDO TRÊS TIPOS DE EUNUCOS:

I – Eunucos de nascença: homens que não necessitam de casar-se, nasceram assim, não precisam de mulher;
II – Eunucos que foram castrados pelos homens, tiveram seus testículos retirados, a fim de torna-lhes impotentes. Segundo a tradição, Daniel e seus companheiros passaram por essa prova.
III – Eunucos que a si mesmos se fizeram, por causa do reino dos céus. Aqui pode ser aqueles que embora possuindo todas as funções para a prática do sexo e reprodução, ficam em castidade, renunciando esse prazer por amor ao reino dos céus. (Mateus 19.12).

Há alguns exemplos de mulheres que foram abandonadas pelos maridos infiéis que se ajuntaram à outras mulheres, mas elas, por amor a Deus, permaneceram sós; há igualmente homens que assim o fizeram. (Romanos 7.1-3; 1ª Coríntios 7.10,11,39)

Como tratar os casos já existentes em nossas Igrejas?

Como agir em casos de novas famílias que foram formadas após uma experiência de divórcio por parte de um dos cônjuges e, por falta desses esclarecimentos por parte do ministério estão na membrezia? Considero que não devemos abanar a Bíblia em seus rostos e separá-los, mas, levá-los ao arrependimento pelo erro e mostrá-los que estão agora numa aliança e que só a morte poderá separá-los.
Bem como aqueles que vêem do mundo sem esses esclarecimentos devem ser levados à mesma prática. Como a aliança gibeonita que nunca poderia ter acontecido, assim essa aliança será considerada. Igualmente irmãos que por falta de conhecimento, devem ser incluídos na mesma condição. Comentaremos sobre esta aliança mais à frente.

E aqueles que estão no terceiro tipo de eunucos, como aconselhá-los? Que busquem ao Senhor que é poderoso para ajudá-los a vencer, e com certeza serão bem aventurados se assim o fizerem, pois há muitos em nossa igreja nesta condição, e estão vencendo. Que sejam mais um entre eles.

E o marido que foi traído por sua mulher, ou o contrário? O conselho da Palavra de Deus é: que seja perdoado (a). A lei do perdão descrita em Mateus 18.21-35, é muito clara, Jesus avaliou qualquer ofensa do nosso próximo contra nós em 100 (cem) denários, (perdão). Enquanto a nossa ofensa a Ele em 60 (sessenta) milhões de denários, levando em conta que um talento valia 6000 (seis mil) denários.
No verso 35 registra: “Assim vos fará também meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas”.


DEUS NÃO LEVA EM CONTA O TEMPO DA IGNORÂNCIA

Quando o arrependimento e perdão acontecem, podemos ver um segundo casamento de pessoas divorciadas anteriormente como uma aliança muito semelhante àquela que foi feita entre os israelitas e os gibeonitas, como registrada no livro de Josué cap. 9. Deus instruíra Josué e os israelitas para que eliminassem da terra todos os cananeus que viviam lá. Eles já tinham aniquilado totalmente as cidades de Jericó e Ai. Estavam agora se aproximando das cidades dos Heveus de Gibeom. Os gibeonitas tinham ouvido o que eles tinham feito com Jericó e Ai, e estavam grandemente amedrontados. Os anciãos da cidade projetaram um plano para enganar Josué e induzí-lo a entrar em aliança de paz com eles, pois sabiam que, se conseguissem tal intento, estariam ilesos.

Os gibeonitas enviaram uma embaixada ao acampamento dos israelitas com sandálias e roupas velhas e remendadas, pão mofado e odres velhos, e rotos para dar aparência de que tinham viajado uma grande distância. Chegaram e se apresentaram a Josué nessa condição e o procuraram em uma aliança de paz, dizendo que não eram habitantes de Canaã mas, pelo contrário, viviam à uma distância mui longa. Josué e os anciãos não buscaram conselho com o Senhor, acreditaram nos gibeonitas e lavraram uma aliança de paz com eles. Apenas três dias depois, Josué descobriu que os gibeonitas o tinham enganado e eram os ocupantes da terra de Canaã. Embora todo o Israel desejasse destruí-los, Josué e os anciãos não permitiram por causa da aliança que tinham feito com eles.

A despeito do fato de que fora uma aliança que nunca deveria ter acontecido, pois foi estabelecida mediante fraude e engano, uma vez feita, os israelitas eram responsáveis em honrá-la. Josué e seus líderes entenderam o assunto da aliança e seu valor diante de Deus. Não podiam quebrá-la, mesmo que tivesse sido feita através de engano com os cananitas pagãos, aos quais Deus havia ordenado aos israelitas que destruíssem.


Pr . Gênesis Silva Costa
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