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Divórcio na igreja - Pr. Gênesis - parte 1

Postado por Daniel Pena em terça-feira, 4 de outubro de 2011 | 13:55

Pr . Gênesis Silva Costa
Após 8 anos de estudo o pastor Gênesis da Silva Costa expressou sua forma de pensar sobre o divorcio com bases na única ferramenta capaz de nos educar, a bíblia.

Jesus Cristo é o fundamento da Igreja. Somente nele a fé e a convicção devem ser formadas, cabendo aos ministros fundamentarem na Palavra de Deus tal edificação.

Paulo, ao instruir a igreja em I Corinto no capítulo 3 10-17, mostra a responsabilidade dos que ensinam, pois, estão formando convicção nas consciências dos seus ouvintes, que poderá influir em sua conduta cristã por toda a sua caminhada.

A Palavra de Deus é lâmpada para os nossos pés e luz para o nosso caminho (Sl 119.105).

Pedro, o primeiro pastor da igreja de Jesus, adverte: “Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus supre, para que em todas as cousas seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos, amém” (1 Pe 4.11).

Quantas vezes sobrecarrega-se o povo do Senhor como os fariseus corrigidos por Jesus em Lucas 11.45,46, e que nós não devemos copiar, como: “não toques, não manuseies, não coma, não beba...etc”.

Paulo escrevendo aos Colossenses no capítulo 2 adverte-os das imposições humanas que tinham aparência de sabedoria, humildade fingida, e severidade para o corpo, “mas não têm valor algum no combate contra a satisfação da carne”.

Em Mateus capítulo 23 encontramos o debate de Jesus com os fariseus que os chamou diversas vezes de hipócritas, pois, coavam um mosquito e engoliam um camelo, e quando convertiam um seguidor (prosélito), o faziam duas vezes mais filho do inferno que eles.

Em marcos 7 Jesus acrescentou: “Em vão me adoram ensinando doutrinas que são mandamentos de homens”.

Oséias 4.6 registra: “O meu povo está sendo destruído por falta de conhecimento...”.

A responsabilidade de ensinar está com os ministros de Deus: “Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens procurar a instrução, porque ele é o mensageiro do Senhor dos Exércitos” (Ml 2.7).
Paulo fala de seis matérias primas que são usadas na construção das convicções que são formadas na fé dos cristãos: “ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno e palha. E que nós como edificadores estamos usando.

Mas a advertência do apóstolo é: “veja cada um como edifica...” e conclui: “manifesta se tornará a obra de cada um; pois o dia a demonstrará, porque está sendo revelada pelo fogo; e qual seja a obra de cada um o próprio fogo o provará. Se permanecer a obra de alguém que sobre o fundamento edificou, esse receberá galardão; se a obra de alguém se queimar sofrerá ele dano; mas esse mesmo será salvo como que através do fogo”. (1 Co 3. 10-16).

Caro colega, quando doutrinamos o povo do Senhor baseados nas tradições que recebemos de alguém, sem uma consistência bíblica, uma verdade para a formação de sua fé, podemos estar usando matéria prima que não suportará o fogo do juízo da avaliação de Deus.

Por esse motivo é que algumas coisas edificadas sobre o fundamento já foram arrancadas de nosso meio e outras ainda precisam ser arrancadas por falta de raízes para manter o edifício das convicções de pé. Outras, por conta do embasamento bíblico jamais deverão ser removidas. Refiro, por exemplo, aos mandamentos bíblicos como o véu, ósculo santo, ceia com pão ázimo, lava-pés e batismo em rio, preferencialmente, trajes decentes para os santos, sem regras de imposição, pois, quando exigimos medidas, não estamos acrescentado à Palavra de Deus o que Ele não autorizou?

Estive em visita às cidades de Guajará-Mirim-Rondônia - Brasil e Guajará-Merim - Bolívia, onde a temperatura alcançou 42 graus à noite e encontrei o ensinamento dado por alguém (de outro ministério), que a doutrina da obra é: vestidos nos pés e mangas compridas para as varoas, e os varões camisas com mangas compridas e abotoadas.

Esclarecemos que respeitamos aqueles que assim praticam por decisão pessoal, entretanto, não há base nas Escrituras para tais imposições.
Houve ainda outro que veio perturbar o trabalho que nosso missionário, Pr. Raimundo Cupertino, tem realizado e nos acusou de pertencermos ao “concerto quebrado”. Desviou alguns que estavam em nossa igreja e em seguida foi embora e deixou aqueles que estavam caminhando desviados.

Fui questionado por alguns irmãos o por quê éramos conhecidos como “concerto quebrado”, e respondi: “É que, para alguém, a Obra da Restauração está nas imposições extra-bíblicas que eles sem nenhum fundamento das Escrituras mantém, e nós já fomos esclarecidos e libertos; e informei que “Restauração é a gênese histórica do conceito de volta à Bíblia”.
Cabe-nos esclarecer que é de consenso do ministério da Obra, que o traje decente para as mulheres, como prescreve 1. Tm 2. 9,10, é que as varoas estejam em simplicidade evitando provocação sensual, como vestidos apertados, que mesmo quando longos, mostram as curvas do corpo; quanto ao comprimento, é de bom senso que usem vestidos que dê o conforto de sentar-se sem que atraiam os olhos dos homens. Como conclui Paulo neste texto: “como convém às mulheres que fazem profissão de servir a Deus com boas obras”.

Temos o exemplo deixado pelos religiosos do tempo de Jesus, que, acrescentando às Escrituras suas tradições, acabavam tropeçando nos mandamentos de Deus, como o próprio Jesus os corrigiu: “Vós porém, dizeis: Se um homem disser a seu pai ou a sua mãe: aquilo que poderias aproveitar de mim é corbã, isto é, oferta para o Senhor, então o dispensais de fazer qualquer cousa em favor de seu pai ou sua mãe. Invalidando a palavra de Deus pela vossa tradição que vós mesmo transmitiste fazeis muitas outras cousas semelhante” (Mc 7.11-13).

As Escrituras eram compostas dos livros de Moisés (Pentateuco), os profetas e salmos (Lc 24.44), e todos apontavam para Jesus.

Pr . Gênesis Silva Costa
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