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As Igrejas em Obra de Restauração são Igrejas serias

Postado por Daniel Pena em sábado, 6 de agosto de 2011 | 11:17

 Gostaria de salientar que as Igrejas em Obra de Restauração são Igrejas serias que vêm de meio Batista sendo pentecostal e não possui Denominação.
Cremos que a Igreja precisa passar por um processo de Restauração, pois muitas estão se perdendo misturando liturgias pagãs ao ceio da Igreja.
Não somos melhores e nem queremos ser diferentes apenas queremos ser fieis a sã palavra de rlohim (Deus) divinamente inspirada.
Parece que tem virado moda nos dias de hoje algumas Igrejas adotarem o nome Obra de Restauração,  por isso vou salientar alguns pontos para que o internauta possa identificar uma genuína igreja em Obra em Restauração.

1 – A liturgia.
A liturgia de culto das Igrejas em Obra de Restauração é semelhante a das Igrejas Batistas salvo em alguns casos.

2 – O véu.

O véu usado pelas mulheres nas Igrejas em Obra de Restauração é de FILÓ, de cor branca.
1 Coríntios 11

3 – Vestes
Modestas e descentes

4 – Não adotam o habito rotineiros de vigílias em seus templos.Os forrobodós que alguns têm apresentado na internet nada tem a ver com as Igrejas em Obra de Restauração.

5 – As convenções
As Igrejas em Obra de Restauração normalmente são filiadas a umas destas convenções:
APOIORT, AGIORB, CIOR, CIMOR e OPIMOBRART
Por isso amigo se as “Igrejas em Obra de Restauração” que surgirem na internet com páginas ou vídeos procure analisar seu conteúdo para que possa ver se elas realmente fazem parte da Obra ou se apenas utilizam o do nome.

Minhas palavras, minhas convicções.
Por / Daniel Alves Pena

Brilho da igreja primitiva
Se confrontarmos os fatores que iluminavam e davam projeção à igreja primitiva com a mesma classificação de fatores de nossos dias, descobriremos a causa predominante do brilho inconfundível da igreja dos primeiros dias do cristianismo.
Na igreja primitiva, os cristãos eram cuidadosamente instruídos acerca do caminho, em contraste com o abandono em que vivem os neo-convertidos nas igrejas de nosso tempo.
Naqueles dias, os neófitos aprendiam como dar razão de sua fé; um príncipe ou um nobre não conhecia melhor a doutrina cristã do que o homem do povo ou o marítimo que se convertera numa de suas viagens em um porto qualquer.

O conhecimento de uns era o conhecimento de todos.Na igreja primitiva, a admissão como membro era mais difícil do que hoje: o candidato devia ser realmente convertido e tinha de demonstrar seu desejo de pertencer à igreja, através de uma série de fatos que faziam recuar os medrosos e todos os incapazes de fazerem brilhar a luz de Cristo. A admissão era precedida de exames que exigiam renúncia à vida passada: requeriam provas de que a nova vida era vivida no Espírito de Cristo. Enquanto o pretendente não estivesse desligado dos laços que o prendiam ao mundo e seus aliados, quer dizer, ao Diabo e à carne, não estava apto para o Reino: sua luz não honraria a igreja, não podia ser membro do corpo de Cristo.

Na igreja primitiva o batismo nas águas só era concedido àqueles que o mundo considerava morto” para si, por terem sido achados por Cristo, e iluminados pela graça; enquanto o candidato ao batismo estivesse “vivo” para os homens, não conseguiria descer às águas. O batismo era o testemunho público de renúncia e morte ao pecado e significava o desejo de viver em novidade de vida.
Qualquer que fosse batizado conhecia o significado desse ato, pois antes de o realizar, passara pela experiência do novo nascimento; estava pronto a abdicar todas as vantagens, por amor a Cristo; estava disposto a brilhar por amor ao Evangelho.

Na igreja primitiva a admissão de obreiros não era obra de homens nem da vontade humana. O escolhido era apontado por Deus. Se alguém se apresentasse à igreja, a fim de ser eleito para algum cargo, certamente seria reprovado, senão houvesse provas de ter sido chamado pelo Espírito Santo (At 13.1).
Quando olhamos para o passado e deparamos com esse clarão inextinguível que foi o testemunho da Igreja de Cristo, sentimos desejo de clamar, clamar, clamar até conseguir despertar as igrejas de nossos dias e dizer-lhes que voltem a viver nos passos de Jesus, que voltem a buscar o brilho e o testemunho inconfundível de povo adquirido.

Entre outros motivos que congregavam os cristãos da igreja primitiva, um havia que exercia grande influência na vida da comunidade: eles reuniam-se com o fim de partirem o pão, na celebração da Ceia do Senhor. Era esse um ato de alta reverência e um motivo de amor fraternal que envolvia a esperança da volta de Cristo. Na celebração da Ceia, não faltava a exortação mútua, em que era mencionada a vinda de Jesus. A promessa dos anjos, quando Jesus subiu ao Céu, de que Ele voltaria para os seus, era tato recente: era um elo de esperança que unia todos os corações.


Uma igreja cujo alvo tenha uma definição e um motivo tão elevado como é o propósito de honrar a Deus, é uma igreja cujo brilho os inimigos não conseguem apagar, porque o testemunho da fé não se extingue com calúnias ou perseguições.
A igreja existiu e viveu nos dias distantes do primeiro século, porque a vida social de então reclamava esse organismo vivo, para manifestar sua gratidão a Deus e ao mesmo tempo receber o Pão do Céu; seus membros, como elementos vivos, requeriam ambiente fraterno no qual pudessem cultivar a comunhão uns com os outros e participar da mesma revelação divina.

A igreja era o lugar desejado pela alma sequiosa; ali podiam sentir com toda a in- tensidade a proclamação da revelação divina, e dos assuntos concernentes à salvação; ali a alma recebia o conforto e a inspiração das verdades eternas reveladas na Palavra de Deus.
Quem dava relevo e brilho à igreja não era a inteligência ou a cultura dos homens que Deus usava para anunciarem suas verdades; a capacidade intelectual desses homens era quase nula; suas palavras não tinham o verbo fascinante dos oradores gregos. O fulgor da igreja brotava das verdades recebidas de Deus e fielmente anunciadas aos homens, como sendo obra do Céu, e não trabalho humano. A única luz que brilhava na igreja era a luz do Espírito Santo, porque o combustível que ardia era tão-somente a revelação da graça a orientar todas as vontades.

Em nossos dias há maior número de igrejas do que nos dias dos apóstolos; há igrejas maiores, templos mais vistosos e mais amplos. Entretanto, a grande questão é saber se há, hoje, igrejas com o mesmo reflexo da verdade e da revelação de Deus, como havia então.
Já demonstramos qual era o brilho da igreja primitiva; a luz que lhe deu tanto fulgor é a mesma luz prometida à Igreja e aos cristãos de todas as idades. Se as igrejas e as comunidades cristãs de nossos dias vibrarem dos mesmos desejos e sentimentos que operavam na igreja e nos corações dos santos de então, é lógico que o mesmo clarão de fé despertará os homens do século vinte a aceitarem a salvação.

Se as igrejas, hoje, orarem com o mesmo fervor do Pentecoste, a mesma revelação que atraiu as multidões a ouvirem a mensagem do Evangelho, atrairá também os famintos espirituais que vagueiam sem rumo. .

Se a igreja e os cristãos do tempo presente aceitam o mesmo nome que distinguiu a igreja e os cristãos primitivos, é claro que estão na obrigação de crer nas mesmas verdades, observar os mesmos princípios e deixar que a mesma luz as ilumine e lhes dê vida.
O brilho da igreja primitiva pode e deve ser a luz das igrejas atuais.
Texto extraído do livro Igrejas Sem Brilho
Autor: Emilio Conde
Partes em negrito foi adicionada pelo autor deste e-blog
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