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Coerência não é o forte de algumas “igrejas” nesses tempos pós-modernos

Postado por Daniel Pena em quarta-feira, 29 de junho de 2011 | 10:54

Coerência não é o forte de algumas “igrejas” nesses tempos pós-modernos, afinal temos de tudo um pouco uma feijoada eclesiástica com pé de porco, orelha de porco e muitos espíritos de porco.
A essência entre muitos já se perdeu faz tempo de tanto colocar água nessa feijoada, daqui a alguns anos deixará de ser feijoada para ser sopa.
Bom para os que estão dando sopa por ai andando de igreja em igreja para preencher seus desejos místicos e transcendentais.
A cada dia que passa saem novas folhas do cristianismo.
Tradicionais, reformados, pentecostais, neo-pentecostais , avivalistas e por ai vai.
Surgem bandeiras evangélicas que não tem nada a ver com evangelho com praticas estranhas, mas quem sou eu para falar.
Para a Antropologia - O homem é naturalmente um ser religioso, místico, transcendentalista, caracterizando o pensamento cristão como uma das fases do desenvolvimento evolutivo da humanidade, o qual teria a função de satisfazer a curiosidade e a ansiedade humanas, sendo uma das "válvulas de escape" de que a humanidade dispõe. A religião ou o convívio eclesiástico, seria o resultado da busca humana pela satisfação completa, sendo assim, a função da Igreja seria meramente uma satisfação psicológica, o que concordaria com as teorias da Psicologia Moderna de Sigmund Freud, Jung, dentre outros não menos importantes.”
A Igreja é o produto da tentativa humana de assegurar-se e resguardar-se da hostilidade do meio no qual vive.
Para os oportunistas – Os oportunistas acreditando nos antropologistas utilizam do nome igreja e abrem locais para receber alguns que estão dentro do perfil, ser religioso, místico, transcendentalista.
Por isso os oportunistas (Falsos mestre, pastores, apóstolos, profetas e etc.) usam todos os símbolos possíveis, místicos, transcendentais e até utilizam parte da cultura de religiões afro- brasileiras dentro de seus cultos, se é que podemos chamar assim.
A intenção dos tais é simplesmente ganhar uma grana ocupando a mente dos que buscam ser místicos, transcendentalistas.
Assim aparecem fogueiras, correntes, portas simbólicas, sabonete, água benta e tantos outros objetos místicos para satisfazer as vontades dos fieis a esse costumes e praticas.
A função da Igreja, segundo o apóstolo Pedro, "é anunciar as virtudes de Deus" e responder a qualquer questão referente à esperança cristã; em outras palavras, a função da Igreja é "pregar o Evangelho" e ser testemunha de Cristo.
A igreja hoje para muitos não é mais lugar de adoração e sim o lugar das romarias.

Por Daniel Alves Pena
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