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As perspectivas frustradas e a escala de valores geram conflitos

Postado por Daniel Pena em domingo, 6 de março de 2011 | 20:01

As perspectivas frustradas e a escala de valores geram conflitos


Conflitos, quem nunca passou por um, que atire a primeira pedra, mas cuidado, pois se acertar a pedra, já teremos um conflito.


Vamos iniciar utilizando o conselho do consultor em estratégias empresariais e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Paulo Benaiter, agir diante desses momentos turbulentos exige planejamento. “É preciso apontar fatores internos positivos e oportunidades externas, para que se construam novas ações estratégicas com foco na meta estipulada”, explicação.

Segundo Benaiter, a primeira medida a ser tomada é identificar que tipo de crise se está enfrentando.


Todo conflito pode ser visto de duas maneiras, ou como obstáculo, ou como oportunidade, tudo vai depender de como você o analise e de sua expectativa, a sua expectativa dará forma ao conflito podendo o fazer parar ou fazer você conhecer novos caminhos no uso da sua fé e da misericórdia de Elohim (Deus), sem esquecer de avaliar o que o Eterno deseja fazer permitindo o conflito.


O obstáculo te fazer parar, mas a oportunidade pode te fazer amadurecer e ter novos conceitos.

No texto explicativo abaixo, veremos que um conflito criou duas frentes missionárias (Paulo e Silas) (Barnabé e Marcos), aumentando assim as almas a serem alcançadas pela palavra da verdade, Elohim (Deus) é um excelente estrategista, usa coisas que nós até duvidamos (Conflitos).


Quantos ministérios surgiram em meio a conflitos, quantas pessoas nós mudamos na nossa escala de valores após algum conflito (Mais para longe ou perto de nós).


Tudo começa quando é confiada a Paulo e Barnabé a missão de ir à Judéia onde os seguidores de Jesus estavam passando fome.

Ao retornarem de Antioquia com a missão cumprida, trouxeram o jovem João, apelidado Marcos, sobrinho de Barnabé (Atos 12:25).


Em seguida Paulo e Barnabé são enviados pela igreja de Antioquia em uma nova viagem missionária.

Salamina, na ilha de Chipre, terra natal de Barnabé, foi o primeiro porto a ser visitado, neste momento podemos notar que Paulo exercia o papel secundário devido à forma em como é citada a ordem dos nomes “Barnabé e Saulo”, o líder nas viagens era Barnabé; Paulo exercia o segundo posto de comando, e os dois tinham “João Marcos como auxiliar” (Atos 13:5).


O êxito de seus esforços missionários nessa ilha incentivou Paulo e seus parceiros a avançar para território mais difícil. Fizeram uma viagem mais longa por mar, desta vez até Perge, já em terras continentais da Ásia Menor.


Paulo pretendia viajar pelo interior numa missão perigosa até a Antioquia da Pisídia.

Reparem que nesta parte da história podemos elucidar porque Paulo não quis a companhia de João Marcos, o sobrinho de Barnabé, pois ele desertou da viagem indo para Jerusalém.


João Marcos morava em Jerusalém e era ajudante de Paulo e Barnabé.

E, partindo de Pafos, Paulo e os que estavam com ele chegaram a Perge, da Panfília. Mas João, apartando-se deles, voltou para Jerusalém.
Atos 13:13


A bíblia não cita o motivo de sua deserção, mas podemos conjeturar que lhe faltaram coragem e confiança diante de tanta pressão no serviço da Obra. A súbita mudança dos planos de Marcos causaria, mais tarde, um conflito entre Paulo e Barnabé.

Atos 15

36 E alguns dias depois, disse Paulo a Barnabé: Tornemos a visitar nossos irmãos por todas as cidades em que já anunciamos a palavra do Senhor, para ver como estão.

37 E Barnabé aconselhava que tomassem consigo a João, chamado Marcos.

38 Mas a Paulo parecia razoável que não tomassem consigo aquele que desde a Panfília se tinha apartado deles e não os acompanhou naquela obra.

39 E tal contenda houve entre eles, que se apartaram um do outro. Barnabé, levando consigo a Marcos, navegou para Chipre.


A pressão sobre Paulo e Barnabé era grande, devido às manifestações e agressões que aumentavam ao pondo de termos uma fuga mirabolante como a do cesto.

Ao chegarem à cidade de Listra Paulo foi apedrejado e dado por morto (Atos 14:19), mas sobreviveu e pôde prosseguir até a cidade de Derbe, completando a sua primeira viagem.


Graças ao Eterno Elohim (Deus) João Marcos mudou seu comportamento e superando as expectativas de Paulo e aumentando seu conceito na escala de valores que Paulo usou da primeira vez.

Filemom 1

23 Saúdam-te Epafras, meu companheiro de prisão por Cristo Jesus, 24 Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores.


“As perspectivas frustradas e a escala de valores geram conflitos”.

Após tomarmos conhecimento dos fatos narrados sobre a viagem de Paulo e Barnabé nos deparamos com um dos conflitos dessas viagens de Paulo, e aja conflito.

Vamos fazer uma análise de como as perspectivas frustradas e a escala de valores geram conflitos.

A questão aqui não é descobrir quem estava certo ou quem estava errado, mas sim, entender o conflito para tirarmos proveito em convívios tanto em família como no âmbito da igreja ou nas lideranças que sempre encontram pepinos e abacaxis para descascarem.

Expectativa – O que Paulo esperava do sobrinho de Barnabé?(João Marcos)
Escala de Valores – O que significava para João Marcos aquela viagem?

Paulo mesmo depois de quase ser morto continuou a viagem, pois havia conhecimento de causa, não uma grande razão para tal, nada ali era baseado na razão e sim na fé em Elohim (Deus), Paulo pagaria qualquer preço, já João Marcos demonstrou que estava apenas para somar, quando alguém apenas faz número com certeza vai causar problemas principalmente se houver grau de parentesco, em nome das razões próprias fazem sofrer a Obra.

O conflito começa aqui, “Atos 15:37 E Barnabé aconselhava que tomassem consigo a João, chamado Marcos.
38 Mas a Paulo parecia razoável que não tomassem consigo aquele que desde a Panfília se tinha apartado deles e não os acompanhou naquela obra.
39 E tal contenda houve entre eles, que se apartaram um do outro. Barnabé, levando consigo a Marcos, navegou para Chipre.”

Expectativa frustrada e a escala de valores podem incendiar qualquer ambiente.

Exemplos em casa:
O marido chega a casa com um buquê de flores para a esposa e ela está na cozinha em meio a um emaranhado de panelas fazendo o almoço.
O esposo – Amor olha o que trouxe para você!
Esposa – Lindo, coloca ali naquele jarro.

Ela continua com suas tarefas e o esposo fica com um bico parecendo um tucano, pois a expectativa era, quanto ela ver as flores vai pular em meus braços me dar milhões de beijo e falar que me ama.

O que o camarada não entendeu foi à escala de valores utilizada por sua esposa.
Pensamentos dela: Eu tenho que terminar logo esse almoço para que meu esposo e meus cinco filhos almocem e depois lavar esse mundo de louça, depois vou agradecer ao meu amor.

Logo, a expectativa do esposo foi frustrada e a escala de valores da esposa deu uma engrossada no caldo do conflito que se iniciaria.
Conselho de amigo, se deseja dar flores para sua esposa prefira o horário da manha.
Acorde mais cedo que ela prepare um delicioso café da manhã e entregue as flores, pois ela não precisará analisar questões para saber o que fazer antes de te abraçar e agradecer o carinho, depois ela lava a louça do café da manhã, (Risos).

Exemplo na liderança:

O dirigente de congregação precisa que você esteja presente sempre, pois ele se acha incapaz de tomar atitudes, para não se expor, afinal ele almeja ser pastor e se acaso se indispor causará insatisfação aos demais.
Sabe aquele camarada que soma, mas não sabe dividir, sabe subtrair bem, mas não sabe multiplicar. Então é esse camarada.

O pastor chega à congregação e toma a atitude que seja melhor para a congregação, ou seja, avalia os prós e contras e da sua opinião.
Ai, o camaradinha que não tomou a atitude acha que o pastor precisava ficar ao lado dele, pois do contrário tiraria sua autoridade.
Se o camarada tivesse autoridade teria apresentado uma solução e não subjugar o pastor que ele chamou como interventor.

Logo após o pastor se ausentar inicia-se o jornal cristão, ou seja, o camarada se coloca diante da congregação e se diz favorável ao que a congregação achar melhor, tipo Pedro, se for para ser Gentio eu sou se for para ser Judeu amém, oras bolas então porque chamou o pastor?

Simples, primeiro a expectativa do dirigente foi frustrada, segundo o pastor usou como escala de valores a saúde das ovelhas e não de uma ovelha em questão, logo, a crise está formada e salvem-se quem tiver fé e maturidade suficiente para entender essas questões.

Quando os interesses são próprios e a escala de valor começa no meu umbigo e sinal que esta faltando visão de Reino, então a Obra sofre, o Pastor sofre e as ovelhas sofrem.

Conselho básico, cuidado com suas expectativas e saiba usar a escala de valor contida na Epístola aos Romanos, capitulo 12, versículo 2 “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”


Por Daniel Alves Pena
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