Os impuros não poderão me tocar sem usar luvas- Resta alguma dúvida da esquizofrenia - Daniel Alves Pena

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Os impuros não poderão me tocar sem usar luvas- Resta alguma dúvida da esquizofrenia

Postado por Daniel Pena em terça-feira, 12 de abril de 2011 | 22:43

Sobre o massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo 07 de abril de 2011
“O que mais me causa estranheza é a policia querer encontrar nas cartas de um louco, coisas sãs que possam explicar o que ele fez.”

A mídia que quer vender jornais e revistas e ocupar os canais televisivos com essa matéria que agora será a do semestre, usam de ardis covardes querendo sensacionalizar tudo, a barba, os nomes usados por ele, o perfil no Orkut.
Espero que não criemos uma guerra com o Afeganistão por conta de um esquizofrênico.
Meus queridos o camarada era esquizofrênico, não esperem lógica para uma coisa ilógica e sem forma de explicação.

Assim em breve teremos fã clube para esse falecido.

Acho que já chegamos ou passamos do momento em que as avaliações escolares precisam envolver profissionais capacitados e com formação em psicanálise, afinal estamos formando o futuro nas escolas. (Quantos esquizofrênicos formados temos entre nós)

A falta de profissional da área psicologia nas escolas há muito tempo vem fazendo falta. Quantas tragédias poderíamos ter evitado, o mal não está nas árvores, nos animais ou no vento, está em nós seres humanos que mesmo vendo o perigo, preferimos nos ater aos nossos afazeres, por esse motivo chegamos onde estamos, em um país onde ninguém sabe quem é o seu colega ao lado, preferimos chama-los de esquisitos, estranhos, ou apelida-los de algo que nos deixem envaidecidos por sermos diferente.

Não existem justificativas para o ocorrido na Escola Municipal Tasso da Silveira  em realengo, mas tenho a certeza que a culpa não é somente de Wellington Menezes de Oliveira, quantos notaram a estranheza no adolescente complexo, alunos, professores, vizinhos e etc.
Faltou amor a muitos em tentar ajudar o problemático rapaz que agindo estimulado por suas frustrações e esquizofrenia surtiva dizimou crianças que nada tinham a ver com seus complexos e medos da adolescência.

Pouco se sabe sobre Wellington Menezes de Oliveira, gostava de ‘rock pesado’, ficar isolado dos demais na adolescência, usava luvas frequentemente, jaqueta preta e óculos escuros.
Na escola onde ocorreu o massacre, quando aluno, era quieto e estranho, não fazia trabalhos escolares em grupo. Tinha uma forma de andar atípica e usava calças apertadas.
Após a educação física não tomava banho junto com os demais, quando faziam piadas sobre ele, ficava com raiva, mas apenas se levantava e ia embora.  Não falava sobre meninas.
Na época de escola os alunos chegaram a lhe dar o apelido de Sherman, em referência ao famoso nerd interpretado pelo ator Chris Owen no filme “American Pie”, também era conhecido como “suingue”, pois andava mancando de uma perna.

Abaixo a carta deixada por Wellington Menezes de Oliveira.
“Primeiramente deverão saber que os impuros não poderão me tocar sem usar luvas, somente os castos ou os que perderam suas castidades após o casamento e não se envolverão em adultério poderão me tocar sem usar luvas, ou seja, nenhum fornicador ou adúltero poderá ter contato direto comigo, nem nada que seja impuro poderá tocar em meu sangue, nenhum impuro poderá ter contato direto com um virgem sem sua permissão, os que cuidarem de meu sepultamento deverão retirar toda a minha vestimenta, me banhar, me secar e me envolver totalmente despido em um lençol branco que está nesse prédio, em uma bolsa que deixei na primeira sala do primeiro andar, após me envolverem nesse lençol poderão me colocar em um caixão. Se possível, quero ser sepultado ao lado da sepultura onde minha mãe dorme, minha mãe se chama Dicéa Menezes de Oliveira e está sepultada no cemitério do Murundu. Preciso da visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura  pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante de minha sepultura pedindo o perdão de Deus pelo que eu fiz rogando para que Jesus na sua vinda me desperte do sono da morte para a vida eterna.”

“Eu deixei uma casa em Sepetiba da qual nenhum familiar precisa, existem instituições pobres, financiadas por pessoas generosas que cuidam de animais abandonados, eu quero que esse espaço onde eu passei meus últimos meses seja doado a uma dessas instituições , pois os animais são seres muito desprezados e precisam muito mais de proteção e carinho do que os seres humanos que possuem a vantagem de poder se comunicar , trabalhar para se sustentar, os animais não podem pedir comida ou trabalharem para se alimentarem, por isso,  os que se apropriarem de minha casa, eu peço por favor que tenham bom senso e cumpram o meu pedido, pois cumprindo o meu pedido, automaticamente estarão cumprindo o pedido dos pais que desejavam passar esse imóvel para o meu nome e todos sabem disso, senão cumprirem o meu pedido, automaticamente estarão desrespeitando a vontade dos pais, o que prova o que vocês  não tem nenhuma consideração pelos nossos pais que já dormem, eu acredito que todos vocês tenham alguma consideração pelos nossos pais, provem isso fazendo o que eu pedi.”

Wellington Menezes de Oliveira

Veja algumas das semelhanças entre as cartas do terrorista do 11 de Setembro e do atirar do Realengo.

Roupas para o enterroNa carta de Atta, o terrorista fez recomendações sobre a roupa que deveriam vesti-lo para seu enterro.

- Devem me vestir em roupas novas, não me deixando nas roupas em que morri.

Wellington, por sua vez, pede aos que cuidarem de seu sepultamento que devem “retirar toda a minha vestimenta, me banhar, me secar e me envolver totalmente despido em um lençol branco que está neste prédio”.

Luvas para quem os tocarAtta disse na carta: “quem lavar meus genitais deve usar luvas, para que eu não seja tocado nessa região”.

Já Wellington também pede o uso de luvas para os que o tocarem.

- Somente os castos ou os que perderam suas castidades após o casamento e não se envolveram em adultério poderão me tocar sem usar luvas.

“Pessoas impuras” no funeralNa carta-testamento, Atta também faz menção à presença de “pessoas impuras” em seu funeral.

- Mulheres grávidas ou pessoas impuras não devem se despedir de mim - eu rejeito isso. Mulheres não devem rezar para que eu alcance o perdão.

Wellington também menciona pessoas “impuras”.

- Nenhum fornicador ou adúltero poderá ter um contato direto comigo, nem nada que seja impuro poderá tocar em meu sangue, nenhum impuro pode ter contato direto com um virgem sem sua permissão.

Repartição dos bensAtta diz que “os bens que deixo para trás devem ser divididos como mandam as regras islâmicas”.

Wellington também faz recomendações sobre a divisão de uma casa, que lhe pertenceria.

- Eu deixei uma casa em Sepetiba da qual nenhum familiar precisa, existem instituições pobres, financiadas por pessoas generosas que cuidam de animais abandonados, eu quero que esse espaço onde eu passei meus últimos meses seja doado à uma desses instituições.

Deus tenha misericórdia de nós e conforte as famílias em sua dor irreparável.

Por Daniel Alves Pena
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6 comentários:

marilene disse...

acho seus artigos de alta qualidade tem um otimo conteudo. Parabens por nos permitir ter algo assim tão informativo não só no sentido saber mais nos faz conhecer.

«73n £1Øn» disse...

A sua abordagem foi interessante, mas tenho a discordar de alguns assuntos:
A esquizofrenia foi diagnosticada no Welington antes da morte, ou foi um dos “especialistas” que freqüentam os programas matutinos e vespertinos da televisão? Por acaso foi por aquele pediatra que se passa por psiquiatra e vive contradizendo Freud sem defender nenhuma tese em psicanálise?
Você acha que a semelhança nas cartas dos terroristas de 911 foi mera coincidência? Caso você não saiba, foi abordado na Veja 2211, de 06/04/2011, as células e agentes islâmicos aqui no Brasil, e na reportagem é citado o aliciamento de jovens para a doutrina islâmica, com fatos e fotos, e na página 96, encerrando a matéria, dizendo que “As cartilhas terroristas recomendam aos militantes que desfiram atentados em que suas ações ganhem visibilidade.” E eles temem pela Copa e Olimpíadas no Brasil.

Lidia disse...

Olá mano, quem sabe se as familias observassem melhor suas crianças,
tratando-os com mais amor e respeito, este jovem seria talvez um
esquizofrenico, como tantos outros, porém inofensivo.
Acho que nada justifica tamanha covardia, mas ele também foi vítima dela.
A solidão a falta de amor, a falta de uma família faz nossos jovens se
jogar na vida, quantos loucos temos usando drogas, quantos loucos
temos abusando de crianças por aí., tudo isto faz parte de uma
sociedade que só olha o próprio umbigo.
beijos,
Lidia

Jorge Luiz disse...

O que eles querem é assunto,toda hora coloca a matèria de psicopata nos jornais serà que eles não se cansam?

Daniel Alves Pena disse...

A esquizofrenia é visível no vídeo produzido antes do massacre.
Não existe expressão de sentimentos (orgulho, raiva, ódio, nervosismo, inquietação).
A dubiedade de pensamentos ao formarem as frases, ora ele manda ora ele pede favores.
A ação não tinha características de um terrorista, foi pontual, crianças que ele escolheu a dedo e não a sala inteira.
Quanto ele fazer parte de uma célula, não acredito, as especulações da mídia estão formando opiniões em muitos que formam opinião por osmose ao ouvir e não em pesquisar sobre o assunto.
Agradeço seu comentário, foi esclarecedor e contributivo para o tema.
Paz

VALESKA SILVA disse...

Primeiramente quero parabeniza-lo pelos seus artigos de boa qualidade.
Infelizmente, nossos afazeres diários tem tomado grande parte do nosso tempo, ocupando o tempo em que os pais deveriam ter com seus filhos.Por mais que não aperente ser, é muito importante o apoio da familia, pricipalmente para com os filhos.
Se os pais não criam seus filhos, alguem o fará, seja desde um sentimento de rancor, até uma ideia fanática!

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