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Sêneca

Postado por Daniel Pena em segunda-feira, 14 de março de 2011 | 16:06


Lúcio Aneu Séneca
(português europeu) ou Sêneca (português brasileiro) (em latim: Lucius Annaeus Seneca; Corduba, 4 a.C. — Roma, 65 d.C.) foi um dos mais célebres escritores e intelectuais do Império Romano. Conhecido também como Séneca (ou Sêneca), o Moço, o Filósofo, ou ainda, o Jovem, sua obra literária e filosófica, tida como modelo do pensador estóico durante o Renascimento, inspirou o desenvolvimento da tragédia na dramaturgia européia renascentista.

Vida

Oriundo de família ilustre, era o segundo filho de Hélvia e de Marco Lúcio Aneu Séneca (Sêneca, o Velho). O pai era um orador eloquente e muito abastado. O irmão mais velho de Lúcio chamava-se Gálio e era procônsul (administrador público) na Aquéia, onde em 53 d.C. se encontrou com o apóstolo Paulo. Séneca, o Jovem, foi tio do poeta Lucano.

Ainda criança (tres anos), foi enviado a Roma para estudar oratória e filosofia. Com a saúde abalada pelo rigor dos estudos, passou uma temporada no Egipto para se recuperar e regressou a Roma por volta do ano 31 da era cristã. Nessa ocasião, iniciou carreira como orador e advogado e logo chegou ao Senado.

Em 41 envolveu-se num processo por causa de uma ligação com Júlia Livila, sobrinha do imperador Cláudio, que o desterrou. No exílio, Séneca dedicou-se aos estudos e redigiu vários de seus principais tratados filosóficos, entre os três intitulados Consolationes ("Consolos"), em que expõe os ideais estóicos clássicos de renúncia aos bens materiais e busca da tranqüilidade da alma mediante o conhecimento e a contemplação.

Por influência de Agripina a jovem, sobrinha do imperador e uma das mulheres com quem este se casou, Sêneca retornou a Roma em 49. Agripina tornou-o preceptor de seu filho, o jovem Nero, e elevou-o a pretor em 50. Seneca contraiu matrimônio com Pompéia Paulina e organizou um poderoso grupo de amigos. Logo após a morte de Cláudio, ocorrida em 54, o escritor vingou-se com um escrito que foi considerado obra-prima das sátiras romanas, Apocolocyntosis divi Claudii ("Transformação em abóbora do divino Cláudio"). Nessa obra, Sêneca critica o autoritarismo do imperador e narra como ele é recusado pelos deuses.

Quando Nero aos dezessete anos tornou-se imperador, Sêneca continuou a seu lado, não mais como pedagogo, converteu-se em seu principal conselheiro ajudado por Afrânio Burro, prefeito do Pretório. Procurou orientá-lo para uma política justa e humanitária. Se durante os primeiros sete anos, o governo de Nero lembra o de Augusto, o mérito exclusivo é desses dois homens que na realidade governaram ao lado do jovem príncipe. A índole de Nero foi mitigada, corrigida, freada; mais tarde a malvadez teve o predomínio. Séneca durante algum tempo, exerceu influência benéfica sobre o jovem, mas aos poucos foi forçado a adotar atitudes de complacência. Chegou mesmo a redigir uma carta ao Senado na qual se alega que tentava justificar a execução de Agripina em 59. Sêneca sabia que a maior culpa foi da própria Agripina, que pretendia imperar e se tornara hostil por ambição, capricho, corrupção; sua raiva crescente só fez aumentar a louca vingança matricida de Nero que não dá mais ouvidos às palavras severas de seus dois conselheiros. Séneca foi então muito criticado pela fraca oposição à tirania e à acumulação de riquezas, incompatíveis com as concepções estóicas. Conforme concluiu o emérito professor Giulio Davide Leoni, o destino foi em parte malvado para com Sêneca, fez chegar até nós acusações e perderam-se as defesas. Da leitura atenta de suas páginas, do modo como aceitou e caminhou para a morte, como Sócrates, faz surgir um juízo sincero que as reticências dos historiadores e estudiosos, muitas vezes, acabam por ofuscar.

Em “De Beneficiis” ( II,18) Sêneca lembra que: “Às vezes , mesmo contra a nossa vontade devemos aceitar um benefício: quando é dado por um tirano cruel e iracundo, que reputaria injuria que tu desdenhasses seu presente. Não deverei aceitar?” Assim, mais importante do que saber que Séneca era rico, é saber se ele era hávido de riquezas, se viveu no fausto e na opulência. Conforme suas “ Epistulae Morales ad Lucilium, 18 , seu pensamento era este: é lícito ser rico, contudo é preciso viver de tal modo que se possa em cada contingencia bastar a si próprio e renunciar a qualquer bem que a sorte pode dar, mas também tirar. Rico, Séneca viveu com um certo conforto, mas conforme acreditava e pregava, sempre de maneira modesta. Tem razão o professor G.D. Leoni, da "Sedes Sapientiae", quando afirma no seu estudo introdutivo ao volume XLIV da Biblioteca Clássica da Atena Editora, São Paulo,1957, que, sem dúvida, a posteridade foi injusta, recolhendo contra esse homem somente as invejosas acusações dos seus inimigos. Mas a perfeita intuição dos poetas define aquilo que os críticos se esforçam por esclarecer mas amiúde ofuscam. Dante, no limbo, vê entre os sumos escritores e heróis antigos --- Sócrates, Platão, Demócrito, Diógenes, Anaxágora, Tales, Empédocles, Heráclito, Zenão, Dioscórides, Orfeu, Cícero, Lino e " Séneca morale". Sêneca diferente de um filósofo é um entusiasta da filosofia, estudioso apaixonado, informado de todas as correntes filosóficas do seu tempo, mas contrário a encerrar-se em qualquer sistema ou fórmula. Nele a filosofia era viva, era a própria vida. "A prosa adere ao pensamento, uniformiza-se adapta-se a ele; e muitas vezes um subentendido produz um jogo de luzes e sombras cheios de profunda beleza, amiúde a frase breve produz inesperadas imagens pictóricas,outras vezes antíteses, ou as anedotas enriquecem as sentenças austeras, a argúcia atenua a trágica solenidade do assunto". Poeta, humanista, mais que filósofo, o elemento preponderante em suas obras são os sentimentos, mais do que as idéias, com as quais, na origem, pouco contribuiu. Entretanto, na história do pensamento, nunca, ninguém foi tão compenetrado do sentimento da nobreza do espírito humano, e soube tão bem e poderosamente transmitir esse sentimento em palavras." Sua prosa é vivaz, variada, alegre, moderna, eterna; como quando procura mostrar como as desventuras pelas quais passam os bons, devem ser encaradas como provas para melhor evidenciar suas virtudes, ajudar o próximo: " Os deuses põem à prova a virtude e exercitam a força de espírito dos bons, que devem seguir seu destino preestabelecido: o sábio por isso nunca será infeliz."

Sêneca retirou-se da vida pública em 62. Entre seus últimos textos estão a compilação científica Naturales quaestiones ("Problemas naturais"), os tratados De tranquillitate animi (Sobre a tranqüilidade da alma), De vita beata (Sobre a vida beata) e, talvez sua obra mais profunda, as Epistolae morales dirigidas a Lucílio, em que reúne conselhos estóicos e elementos epicuristas na pregação de uma fraternidade universal mais tarde considerada próxima ao cristianismo.

No ano 65 d.C., Sêneca foi acusado de ter participado na conspiração de Pisão, na qual o assassínio de Nero teria sido planejado. Sem qualquer julgamento, foi obrigado a cometer o suicídio. Na presença dos seus amigos cortou os pulsos, com o ânimo sereno que defendia em sua filosofia. Tácito relatou a morte de Sêneca e da mulher, que também cortou os pulsos. Nero, com medo da repercussão negativa dessa dupla morte, mandou que médicos a tratassem, e ela sobreviveu ao marido alguns anos.

Contemporâneo de Cristo

Apesar de ter sido contemporâneo de Cristo, Sêneca não fez quaisquer relatos significativos de fenômenos milagrosos que aparentemente anunciavam o despoletar de uma poderosa nova religião; entretanto, há indícios de uma possível troca de correspondências com Paulo de Tarso (apóstolo, com cidadania romana, também conhecido por Saulo). Constata-se que os cristãos, por intermédio de Lúcio Aneu Sêneca, assimilaram os princípios estóicos, utilizando inclusive as mesmas metáforas estóicas na Bíblia. Um fato tanto mais curioso quanto a Séneca, como filósofo, ter-se-á interessado por todos os fenômenos da natureza, resultando nas cartas intituladas posteriormente Questões da natureza, como observou Edward Gibbon, historiador representativo do Iluminismo do século XVIII, perito na história do Império Romano e autor do aclamado livro História do Declínio e Queda do Império Romano, uma referência ainda hoje.

A filosofia de Séneca

Sêneca ocupava-se da forma correcta de viver a vida, ou seja, da ética, fisica e da lógica. Via o sereno estoicismo como a maior virtude, o que lhe permitiu praticar a imperturbabilidade da alma, denominada ataraxia (termo utilizado a primeira vez por Demócrito em 400 a.C.). Juntamente com Marco Aurélio e Cícero, conta-se entre os mais importantes representantes da intelectualidade romana.

Sêneca via no cumprimento do dever um serviço à humanidade. Procurava aplicar a sua filosofia à prática. Deste modo, apesar de ser rico, vivia modestamente: bebia apenas água, comia pouco, dormia sobre um colchão duro. Séneca não viu nenhuma contradição entre a sua filosofia, estóica, e a sua riqueza material: dizia que o sábio não estava obrigado à pobreza, desde que o seu dinheiro tivesse sido ganho de forma honesta. No entanto, devia ser capaz de abdicar dele.

Sêneca via-se como um sábio imperfeito: "Eu elogio a vida, não a que levo, mas aquela que sei dever ser vivida." Os afectos (como relutância, vontade, cobiça, receio) devem ser ultrapassados. O objectivo não é a perda de sentimentos, mas a superação dos afectos. Os bens podem ser adquiridos, à condição de não deixarmos que se estabeleça uma dependência deles.

Para Sêneca, o destino é uma realidade. O homem pode apenas aceitá-lo ou rejeitá-lo. Se o aceitar de livre vontade, goza de liberdade. A morte é um dado natural. O suicídio não é categoricamente excluído por Sêneca.

Sêneca influenciaria profundamente o pensamento de João Calvino. O primeiro livro de Calvino foi um comentário ao De Clementia, de Sêneca.

A obra literária de Sêneca

Ao se analisarem os escritos de Sêneca, é possível perceber a forma pela qual alcançou o conhecimento e desenvolvimento da ideia de fluxo de energia, que advém, segundo ele, de algum princípio ativo (termo utilizado em seu livro Questões naturais), o qual sujeita a regra geral: Causa e Efeito, ou Ação e Reação, de tal forma que sugeria em uma de suas cartas a Lucílio, que só tem domínio de si aquele que não faz de seu corpo um peregrinador por outros corpos.

Sêneca destacou-se como estilista. Numa prosa coloquial, seus trabalhos exemplificam a maneira de escrever retórica, declamatória, com frases curtas, conclusões epigramáticas e emprego de metáforas. A ironia é a arma que emprega com maestria, principalmente nas tragédias que escreveu, as únicas do gênero na literatura da antiga Roma. Versões retóricas de peças gregas, elas substituem o elemento dramático por efeitos brutais, como assassinatos em cena, espectros vingativos e discursos violentos, numa visão trágica e mais individualista da existência.
Local original do artigo (Wikipédia)


Sobre a clemência


De Wikipedia, a enciclopedia livre


Sobre a Clemência (De Clementia) é um dos nove diálogos escritos por Séneca, composto para o ano 55 d. C., pouco depois do assassinato de Claudio Tiberio Germánico por parte de Nerón, imperador desde o 52.

Séneca, que ainda gozava de muita influência sobre o jovem Nerón, pretendia reconducir o caminho de seu pupilo, que já mostrava signos de rebeldia e mau governo. A função deste tratado é muito clara, como põe de manifesto Carmen Codoñer: “Séneca não reflete um modelo ao que Nerón deva se ater; também não […] reflete a imagem de Nerón como futuro modelo de príncipes”. O que faz é oferecer a imagem do que Nerón este destinado a ser com o tempo. O que esse futuro se cumpra depende da adecuación às normas, que Séneca vai expor a seguir” (Séneca, L. A. (1988). Sobre a clemência. Madri, Tecnos. p. XXVI). Séneca partirá da bondade natural do príncipe, que o predispone para aprender as virtudes que ele lhe ensina, mas só a aplicando activamente Nerón poderá utilizar a clemência para seu próprio benefício, que é a manutenção do poder.

Este texto é, portanto, um tratado político mas também a carta de um conselheiro político, o que obriga a Séneca não só a um desmedido ensalzamiento da figura do príncipe, chegando ao comparar com a divinidad, senão a evitar a abstracção e o desenvolvimento teórico pois a clemência é uma “virtude política” que só convém ao rei, pois somente este depende da fama e a popularidade. Há que pensar que toda a disquisición de Séneca sobre a clemência não responde a sua compaixão pelos cidadãos romanos senão à busca da felicidade de seu rei que implicaria ao bem-estar da sociedade; entendendo bem-estar como um estado de paz e satisfação geral, em palavras de Séneca:

“Felicidade é conceder a vida a muitos, voltar à vida arrancando da morte e merecer o reconhecimento dos cidadãos por tua clemência. Não há ornato mais digno da alta colocação de um soberano, nem mais belo, que a coroa que se concede por salvar a vida aos cidadãos; não as armas arrebatadas aos vencidos, não as carroças ensangrentados com o sangue dos bárbaros, não os despojos conseguidos em guerra. O poder dos deuses é este: salvar massas de gentes e colectividades.” (26.5)

Séneca como bom estoico considera que o importante é refrenar as paixões mas em pos do reconhecimento social porque, como afirma Marco Aurelio em seus Meditaciones, outro grande pensador estoico que governou Roma 100 anos após o De Clementia, “…ser movido como um fantoche pelos instintos corresponde […] às feras, aos andróginos, a Fálaris e a Nerón.” (Livro III, 16). Para Séneca a clemência não está relacionada com a compaixão senão que é uma consequência directa da razão, que neste caso é a razão de estado.

Local original do artigo




Frases de Sêneca

- "Cada um se lança à vida, sofrendo da ânsia do futuro e do tédio do presente".
- "Alguns, sem terem dado rumo a suas vidas, são flagrados pelo destino esgotados sonolentos".
- "Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida".
- "A parte mais importante do progresso é o desejo de progredir".







Trabalho acadêmico "Os pobres em Sêneca" disponível para Download

Trabalho acadêmico "Um Projeto pedagógico para o Principado Romano" disponível para Download







RESUMO DE LIVRO

A vida Feliz (Sêneca)

Em seu texto, Sêneca discorre sobre o problema da felicidade e o que faz uma vida feliz. Apresenta meios para resolver o problema, ou seja, para definir uma vida feliz e chegar à felicidade. O primeiro preceito é não ir pelo mesmo caminho que todos vão, ou seja, negar a concepção da felicidade do senso comum. Sêneca insiste em dizer que o vulgo sempre erra, pois a massa segue o conformismo e não usa a razão. Portanto, o único caminho a seguir é afastado da multidão.

Então, Sêneca critica a avaliação de alguém pelas aparências, estabelecendo outro critério para julgar: apreciar a alma. Com isso, ele se declara arrependido de seu passado de superficialidade e ostentação, arrependido de tudo o que fez, falou e cobiçou, pois tudo isso só lhe trouxe a inveja dos outros e nenhuma paz interior.

Em seguida, Sêneca apresenta um esclarecimento de caráter metodológico: explica que as opiniões expostas no texto são dele somente, e não se associa a nenhum dos grandes estóicos. Prossegue declarando seu pressuposto teórico que, como todos os estóicos, segue a natureza e defende que é errado afastar-se dela e desobedecer suas leis; pois o humano faz parte da physis, e uma vida feliz é uma vida ajustada com a natureza.

Essa vida adequada à natureza não é propícia à irritação e insatisfação. Sêneca contrapõe a tranquilidade da alma, consequência de se viver de acordo com a natureza, aos prazeres frívolos que são fugazes e não dão equilíbrio nem paz. A natureza, para Sêneca, gera uma disposição, uma racionalidade, que nos permite afirmar que há em todas as coisas uma certa ordenação. Portanto, viver de acordo com a natureza, segundo Sêneca (viver racionalmente, pois a razão está contida na natureza), é contentar-se com a condição em que se nasce, sem cobiçar um lugar ao qual não se pertence, uma aptidão que não se tem. Seguir a ordenação que há na natureza universal é se deixar guiar pela razão, que faz parte dela, e não os impulsos, ansiando por um lugar que não lhe cabe. Então, ao definir mais profundamente o homem feliz, expõe um resumo dos princípios estóicos: o sumo bem é uma virtuosa vontade; o homem não se deve deixar abater por sua sorte, mas aceitá-la, desdenhando os prazeres e tudo o que não se consegue alcançar por si próprio. Exprimindo-se de outra maneira, Sêneca afirma que o único mal é a desonra; com isso ele quer dizer que o único mal é não ser fiel a si mesmo e às suas convicções, ou seja, à virtude. Uma vontade sujeita à virtude, e não ao prazer, deve experimentar uma tranquilidade perene, liberta da escravidão de impulsos e caprichos. A única forma de se libertar de tal escravidão é a indiferença frente à sorte. Para tal, deve-se deixar que a razão subjugue os desejos e receios. Já que a razão é vital para a felicidade, pedras e bestas (e pessoas obtusas) não podem ser consideradas felizes. A felicidade, para Sêneca, decorre da serenidade; logo, a excitação é considerada fonte de distúrbios da alma e deve ser evitada. Os prazeres da alma devem ser ajuizados e puros, deve-se relembrar os prazeres do passado, pois lembrar é viver de novo (sem as pressões e cobranças da época), e com isso organizar as esperanças e tomar consiência dos limites do que se considerava bom e importante (ou seja, evoluir).
Local original do resumo


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