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Minissaia

Postado por Daniel Pena em quinta-feira, 7 de outubro de 2010 | 10:52

Quem deseja chamar a atenção para si não consegue mostrar Cristo para os outros, pois não é a Cristo que está mostrando, mas a si mesmo.

Saiba quem criou e o que falam sobre a Minissaia que você usa hoje.

Mary Quant

1 – A Inglesa que ousou criar a minissaia
Mary Quant
Entre os inventos da moda do século 20, dois se notabilizaram: a criação da meia de nylon e a da minissaia. A inglesa Mary Quant foi a responsável pelo lançamento, em 1960, do diminuto pedaço de pano que mudou o guarda-roupa feminino. Não há quem não tenha – ou tenha tido – pelo menos uma minissaia no armário. Estudante, ela achava a moda “terrivelmente feia”. Passou a desenhar sua própria roupa e, anos depois, com o marido, abriu a loja Bazaar, na famosa King’s Road, em Londres. As saias de 30cm de comprimento eram usadas com camisetas justas e botas altas. Em poucos anos, Mary Quant abriu 150 filiais na Inglaterra, 320 nos EUA e milhares de pontos de venda no mundo todo. A butique Bazaar se tornou o símbolo de vanguarda dos anos 60 e 70. Em 1966, a rainha Elizabeth II a condecorou com a Ordem do Império Britânico, prêmio que ela recebeu vestindo mais uma de suas criações. Em 1994, aos 60 anos, Mary Quant lançou uma coleção de acessórios e de cosméticos. “É para que ninguém me esqueça”, disse a estilista, ainda adepta de minissaias.

2 – Quarentona – a minissaia
Por Carol Vasconcellos
A minissaia comemora em 2008 quarenta anos de existência. E a celebração não é só pela peça, mas por tudo que ela representou no contexto em que foi criada
O ano de 1968 entrou para a história como um ano de revolução. É nesse ano cheio de acontecimentos importantes que – acredita-se – nasceu também a minissaia. Uma novidade chocante para os conservadores e uma vitória na luta dos jovens que tentavam ganhar respeito, mudar idéias e crenças, ter voz, ter mais liberdade. Não só de expressão, mas também de estilo.
Novos modistas foram surgindo, com criações cada vez mais modernas: peças estampadas e muito coloridas, psicodélicas, roupas curtas e mais coladas ao corpo, tecidos futuristas. As tendências foram consquistando os jovens, que diziam levar a vida sem entregar-se à moda, usando o que bem quisessem – na verdade, contraditoriamente, essa era a moda.
Em meio a tantas novidades, surge a minissaia.

As saias de cerca de 30 cm de comprimento deixavam as pernas à mostra e viraram febre das jovens da época, sinônimo de feminilidade e da libertação sexual.

Há quem diga que a minissaia não nasceu, mas veio de uma série de mudanças na moda que refletia as mudanças comportamentais da época.
Por outro lado, há quem credite o surgimento da peça a dois estilistas: Mary Quant e André Courrèges. De acordo com Mary, a criação não deve ser atribuída a nenhum dos dois: “A idéia da minissaia não é minha, nem de Courrèges. Foi a rua que a inventou”.
”A minissaia é sexy, mas jamais obscena. A moda é feita para provocar o desejo”, defendia Mary Quant.
Os estilistas
André Courrèges, desde o início de sua carreira, foi considerado revolucionário. Ele não apenas “encurtava” as peças, mas as construía, dando formas diferenciadas, estruturadas e com estampas geométricas. Mary Quant apenas diminuía o cumprimento das saias e vestidos. É o que diz o livro de Françoise Vincent-Ricard, As Espirais da Moda (Paz e Terra, 1989).
O estilista era considerado superior à Mary, por ter mais técnica, enorme conhecimento de costura, criações mais geniais. Mas é ela quem – comumente – leva a fama pela então novidade da minissaia e que fez enorme sucesso.
Mary Quant
Mary nasceu em Londres, em 1934. Começou sua promissora carreira no mundo da moda abrindo a butique Bazaar, em 1955. A idéia inicial era fazer as peças que ela gostaria de usar, mas que não conseguia encontrar em outras lojas.
Na década de 60 a loja tornou-se um império, sinônimo de vanguarda e ganhando fama internacional por ter roupas, acessórios e até cosméticos “jovens e descomplicados”. Em poucos anos, Mary e seu marido abriram 150 filias na Inglaterra, 320 nos Estados Unidos e milhares de pontos de venda em todo o mundo.
A criadora inglesa influenciou a moda, que mudava e evoluía rapidamente. Deve-se a ela o estilo que ficou conhecido como Chelsea Look, que consistia em minissaia, botas de couro com cano alto que alcançavam as coxas e malhas ou camisetas justas, geralmente caneladas.

Provavelmente Mary não tinha idéia de que sua criação curta e atrevida fosse ter a repercussão e o significado que teve e tem até hoje. A minissaia tornou-se bandeira da juventude libertária, que pregava paz, amor e liberdade, no mundo inteiro.
“Eu quero criar novas maneiras de fazer roupas com novos materias juntamente com acessórios modernos que mudam conforme o estilo de vida das pessoas”, explicou ela.

No Brasil
Os grandes responsáveis pela disseminação da nova moda no brasil foram Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa, que formavam a famosa Jovem Guarda. O nome do grupo foi tirado de um discurso de Marx: “O futuro está nas mãos da Jovem Guarda”.
Incialmente um programa na TV Record, o estilo de vida destes jovens tornou-se popular e alavancou o lançamento de acessórios e roupas, como a minissaia, muito usada pela cantora Wanderléa. Ídolo da época, a cantora inspirou milhares de jovens que adotaram a sainha como peça-chave do guarda-roupa.
Nem sempre a minissaia teve ótima reputação. Em alguns lugares, como na França, a saia foi responsabilizada pelo aumento dos estupros.
Na Grécia, apenas as turistas podiam usá-las.
Na África, levou a culpa pela falta de chuvas.

3 – Para a estilista Mary Quant, moda de hoje não tem regra


CLAIRE ROSEMBERG da France Presse, em Paris
Matéria produzida dia 21/06/2004  – 14h58
Mary Quant, a rainha da moda da “swinging London” dos anos 60 e que entrou para as páginas dos livros de história como a inventora da minissaia, garante que a moda de hoje não tem regras. “Eu acho que, neste momento da moda, o clima é de individualidade”, afirmou ela em entrevista à France Presse.
“Nós não queremos regras para a moda, não queremos nada disso. Queremos peças e idéias que possamos usar e combinar do nosso próprio jeito em nosso dia-a-dia, enquanto indivíduos”, explicou. “O desejo pelo individualismo ficou mais forte”, continuou.

Em Paris para promover estilistas britânicos, Quant, hoje com 70 anos, ainda exibe um corte Vidal Sassoon, reminiscente da Londres dos anos 60, e continua chique e nada conformista do alto de seu salto plataforma, calças riscas-de-giz e suéter de marinheiro à la Gautier.
“Os anos 60″, lembrou, “foram anos de revolução. Havia tantas idéias novas em cada área, teatro, pintura, fotografia, tudo estava mudando. E foi um período de muito otimismo”.
Símbolo do “London look” daquela época, Quant conquistou o sucesso como estilista e empresária com apenas 30 anos. Com vaticínios como “o bom gosto é a morte, a vulgaridade é a vida”, ela popularizou o uso de saias curtas, cores fortes e formas simples em criações que ela proclamou como “arrogantes, agressivas e sexy”.

O que fez com que se destacasse na época foi a capacidade de lançar uma moda que refletia o humor de seu tempo. Ela também democratizou o vestido, fazendo nobres e plebéias usarem os mesmos vestidos descontraídos, e fez de Twiggy e Jean Shrimpton (modelos tornadas famosas pelo fotógrafo David Bailey), suas modelos favoritas.
Em 1966, com 32 anos, Quant foi receber a Ordem do Império Britânico das mãos da rainha vestindo uma minissaia.
“De alguma forma as moças de Londres tinham pernas belíssimas”, declarou.
Estilista mais “hype” da cidade mais “hype” do mundo na época, ela tinha a mesma idade das mulheres que compravam e usavam suas criações. A moda, dizia, deveria refletir o que estava no ar.

O look Quant –mulheres de pernas longas vestindo minissaias, suéteres justos e botas de salto alto– abriu todo um novo nova panorama na época.
Ex-estudante de arte, obcecada pela cor, Quant também introduziu o conceito de múltiplas cores para o rosto e em outra idéia revolucionária, concebeu a máscara à prova d’água para cílios.
Embora seu apogeu tenha passado, Quant continua criativa até hoje. Ela continua a trabalhar, desenhando e gerenciando as lojas Mary Quant Colour, que ainda existem em todo mundo.
Por que os anos 60 continuam atraentes hoje, com tanta influência e a volta de tantas peças 40 anos depois? “Eu acho que se deve ao otimismo, ao otimismo experimental que era tão bom”, explicou.
“As pessoas querem de novo ter aquele espírito. As pessoas procuram otimismo e diversão porque a vida hoje em dia se tornou preocupante demais. Coisas terríveis acontecem, então o otimismo faz falta, bem como faz falta que as coisas sejam agradáveis”, concluiu.


4 – Museu de Londres celebra os anos 60 em mostra
EMILIA PÉREZ da Efe, em Londres
Matéria divulgada em 07/06/2006  – 15h30
Corriam os anos 60 e Londres vivia uma revolução social e cultural que a transformava em capital mundial das últimas tendências, com a música dos Beatles e dos Rolling Stones, o pop e a minissaia.
Agora, o museu Victoria & Albert, um dos mais importantes de artes aplicadas do mundo, celebra, com duas exposições, o movimento conhecido como “Swinging London”, que ilustrava os anos 60 e contava com a recuperação econômica do Reino Unido depois do pós-guerra. Esse termo foi criado há agora 40 anos pela revista “Time”, que em abril de 1966 dedicou uma capa ao fenômeno, na qual os tradicionais ícones da capital britânica, como o Big Ben, se misturavam a novos símbolos da cidade, alegres e mais festivos.

“Moda dos 60″, que pode ser visitada até 25 de fevereiro, é o nome da exposição que reúne 60 peças de roupa que refletem a evolução da indumentária de meados dos anos 50 até o início da década de 70, popularizada por modelos como o Twiggy.
Uma das pioneiras desse estilo foi a designer Mary Quant, inventora da minissaia, com a abertura, em 1955, de sua célebre butique Bazaar, na rua King’s, no elegante bairro de Chelsea. O nome que Quant pôs em sua loja fazia referência ao ecletismo, à mistura de estilos e acessórios que jovens londrinas da época buscavam, cansadas de vestirem-se como suas mães.

Logo, outros estilistas, animados pelos hoje impensáveis baixos preços do aluguel, abriram suas próprias butiques na King’s, que atraíam compradores com chamativos letreiros e vitrines. O modo de comprar mudou e houve a popularização de um costume que, desde então, não foi perdido: o de ir às lojas.
A revolução experimentada pela moda inglesa teria como protagonista outra lendária rua da capital britânica, Carnaby Street, em plena zona londrina do Soho, onde ganharam popularidade os desenhos de John Stephen, Michael Rainey e Ossie Clark.

“Lá compravam mulheres jovens que buscavam roupa cômoda e divertida para ir trabalhar, mas também para ir ao clube depois”, explicou à agência Efe Jenny Lister, uma das responsáveis da exposição.
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