Quando a bíblia foi escrita, houve omissões, como retratam os mórmons eos espíritas - Daniel Alves Pena

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Quando a bíblia foi escrita, houve omissões, como retratam os mórmons eos espíritas

Postado por Daniel Pena em segunda-feira, 19 de abril de 2010 | 10:41

Um leitor nós enviou uma dúvida e tentaremos responder a luz da Bíblia.

A pergunta foi:

“Quando a bíblia foi escrita, houve omissões, como retratam os mórmons e os espíritas.”

Resposta.

De inicio temos que ter como diretriz que a bíblia não foi escrita para religiões e sim para cristãos, falo isso da bíblia original escrita a milhares de anos atrás.
A primeira igreja que me lembro foi formada por Jesus e seus discípulos, não tinha paredes, bancos, nem horário de funcionamento.

As alterações não foram feitas na bíblia original e sim em algumas  traduções.

Acredito eu que houveram varias modificações para exemplificar cito as divergências entre as bíblias católicas, testemunhas de Jeová e a Protestante.
Algumas palavras foram alteradas propositalmente para fazer valer os pensamentos dos lideres de algumas “Religiões”.
Para não ficar em minhas palavras:
Apocalipse 22:

18 Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro;
19 E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro.
20 Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.
21 A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém.

Não existe crime sem lei anterior que o defina, logo se inspiradamente João escreveu o texto acima em suas revelações podemos entender que ocorreriam alterações feitas pelo homem.

Antes que você me pergunte qual é a bíblia mais confiável eu já respondo a traduzida por João Ferreira de Almeida.

APRENDENDO MAIS.

I. INTRODUÇÃO

A) Terminologia:

Bíblia - Derivado de biblion, “rolo” ou “livro” (Lc 4.17).

Escrituras - Termo usado no N.T. para, os livros sagrados do A.T., que

eram considerados inspirados por Deus (2Tm 3.16; Rm 3.2). Também é usado

no N.T com referência a outras porções do N.T. (2Pe 3.16).


Palavra de Deus -

forma escrita (Mt 15.6; Jo 10.35; Hb 4.12).


B) Atitudes em Relação à Bíblia:


Racionalismo

qualquer revelação sobrenatural. b. Em sua forma moderada admite a

possibilidade de revelação divina, mas essa revelação fica sujeita ao juízo final

da razão humana.


Romanismo

autoridade única ou final.


Misticismo


Neo-ortodoxia

Deus na Palavra, Cristo.


Seitas

possuem igual valor.


Ortodoxia


C) As Maravilhas da Bíblia:


1) Sua formação:

2) Sua Unidade: Tem cerca de 40 autores, mas é um só livro.

3) Sua Preservação.

4) Seu Assunto.

5) Sua Influência.

II. REVELAÇÃO


A) Definição:

mensagem divina ao homem”


B) Meios de Revelação:

1) Pela Natureza (Rm 1.18-21; Sl 19)

2) Pela Providência (Rm 8.28; At 14.15-17)

3) Pela Preservação do Universo (Cl 1.17)

4) Através de Milagres (Jo 2.11)

5) Por Comunicação Direta (At 22.17-21)

6) Através de Cristo (Jo 1.14)

7) Através da Bíblia (1Jo 5.9-12)


III. INSPIRAÇÃO


A) Definição

autores humanos da Bíblia de modo a, usando suas próprias personalidades e

estilos, comporem e registrarem sem erro as palavras de Sua revelação ao

homem. A Inspiração se aplica apenas aos manuscritos originais (chamados de

autógrafos).


B) Teorias sobre a Inspiração:

1) Natural - não há qualquer elemento sobrenatural envolvido. A Bíblia

foi escrita por homens de grande talento.

2) Mística ou Iluminativa - Os autores bíblicos foram cheios do

Espírito como qualquer crente pode ser hoje.

3) Mecânica (ou teoria da ditação) - Os autores bíblicos foram apenas

instrumentos passivos nas mãos de Deus como máquinas de escrever com as

quais Ele teria escrito. Deve-se admitir que algumas partes da Bíblia foram

ditadas (e.g., os Dez mandamentos).

4) Parcial - Somente o não conhecível foi inspirado (e.g., criação,

conceitos espirituais)

5) Conceitual - Os conceitos, não as palavras, foram inspirados.

6) Gradual - Os autores bíblicos foram mais inspirados que outros

autores humanos.

7) Neo-ortodoxa - Autores humanos só poderiam produzir uma

registro falível.

8) Verbal e Plenária - Esta é a verdadeira doutrina e significa que cada

palavra (verbal) e todas as palavras (plenária) foram inspiradas no sentido da

definição acima.

9) Inspiração Falível - Uma teoria, que vem ganhando popularidade,

de que a Bíblia é inspirada mas não isenta de erros.


C) Características da Inspiração Verbal e Plenária:

1) A verdadeira doutrina é válida apenas para os manuscritos originais.

2) Ela se estende às próprias palavras.

3) Vê Deus como o superintendente do processo, não ditando aos

escritores, mas guiando-os.

4) Inclui a inerrância.


D) Provas da Inspiração Verbal e Plenária:

1) 2Tm 3.16. Theopneustos, soprado por Deus. Afirma que Deus é o

autor das Escrituras e que estas são o produto de Seu sopro criador.

2) 2Pe 1.20,21. O “como” da inspiração - homens “movidos” (lit.,

“carregados”) pelo Espírito Santo.

3) Ordens especificas para escrever a Palavra do Senhor (Ex 17.14; Jr

30.2).

4) O uso de citações (Mt 15.4; At 28.25).

5) O uso que Jesus fez do A.T. (Mt 5.17; Jo 10.35).

6) O N.T. afirma que outras partes do N.T. são Escrituras (1Tm 5.18;

2Pe 3.16).

7) Os escritores estavam conscientes de estarem escrevendo a

Palavra de Deus (1Co 2.13; 1Pe 1.11,12)


E) Provas de Inerrância:

1) A fidedignidade do caráter de Deus (Jo 17.3; Rm 3.4).

2) O ensino de Cristo (Mt 5.17; Jo 10.35).

3) Os argumentos baseados em uma palavra ou na forma de uma

palavra (Gl 3.16, “descendente”; Mt 22.31,32, “sou”).


IV. CANONICIDADE.


A) Considerações fundamentais:

1) A Bíblia é auto-autenticável e os concílios eclesiásticos só

reconheceram (não atribuíram) a autoridade inerente nos próprios livros.

2) Deus guiou os concílios de modo que o cânon fosse reconhecido.


B) Cânon do A.T.:

1) Alguns afirmam que todos os livros do cânon do A.T. foram reunidos

e reconhecidos sob a liderança de Esdras (quinto século a.C.).

2) O N.T. se refere a A.T. como escritura (Mt 23.35; a expressão de

Jesus equivaleria dizer hoje “de Gênesis a Malaquias”; cf. Mt 21.42; 22.29).

3) O Sínodo de Jamnia (90 A.D.) Uma reunião de rabinos judeus que

reconheceu os livros do A.T.


C) Os princípios de Canonicidade dos Livros do N.T.:

1) Apostolicidade. O livro foi escrito ou influenciado por algum

apóstolos?

2) Conteúdo. O seu caráter espiritual é suficiente?

3) Universalidade. Foi amplamente aceito pela igreja?

4) Inspiração. O livro oferecia prova interna de inspiração?


D) A Formação do Cânon do N.T.:

1) O período dos apóstolos. Eles reivindicaram autoridade para seus

escritos (1Ts 5.27; Cl 4.16).

2) O período pós-apostólico. Todos os livros forma reconhecidos

exceto Hebreus, 2 Pedro e 3 João.

3) O Concílio de Cartago, 397, reconheceu como canônicos os 27

livros do N.T.

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Mateus, Marcos, Lucas e João são os únicos evangelhos aceitos pela Igreja Católica e pelos evangélicos como legítimos e que portanto integram o Novo Testamento da Bíblia. O cânon começou a ser definido por volta de 150 d.C. durante a controvérsia marcionita e aparece documentado pela primeira vez na forma atual em 367, em uma carta de Atanásio, bispo de Alexandria. O Terceiro Sínodo de Cartago em 397, ratificou o cânon aceitado previamente no Sínodo de Hipona Regia, realizado em 393 onde hoje é a Argélia. O Livro de Apocalipse foi contestado sua inclusão no cânon por toda a Idade Média, sendo aceito por ambos católicos e protestantes no Século da Reforma.

O evangelho de Marcos dá mostras de ser o livro mais antigo. O evangelho de João foi o último entre os evangelhos a ser escrito e possui características particulares tanto do ponto de vista dos textos quanto da perspectiva teológica do escrito.

Evangelho de Mateus


O evangelho cita muitas passagens do Antigo Testamento, profecias que se cumpriram. Foi escrito para o público judeu no início, para provar que Jesus é o Messias das profecias do Antigo Testamento. Matheus conta desde o nascimento até a ressurreição, destacando os ensinamentos, parábolas e milagres de Jesus. Possui 28 capítulos.

Evangelho de Marcos


Este evangelho mostra tudo o que Jesus fez durante seu ministério, foi escrito para o público Romano. É curto, preciso e cheio de ação, com o intuito de dar mais fé e dedicação para o público a quem ele escrevia. Possui 16 capítulos.

Evangelho de Lucas


O evangelho de Lucas foi escrito para seu amigo Teófilo, sendo o livro de Atos uma continuação dele. Lucas foi detalhista e mostra também o nascimento de João Batista e seu ministério. O objetivo desse evangelho era mostrar como a salvação de Jesus está ao alcance de todos, nele mostra o contato de Jesus com os pobres, aleijados, cegos, endemoniados, ricos e pessoas desprezadas pela sociedade da época. Possui 24 capítulos.

Evangelho de João


É um evangelho a parte pelo seu estilo literário, voltado para os Gentios , nele se enfatiza a divindade de Cristo, onde João mostra sete sinais para provar que Jesus é o Filho de Deus. O estilo do evangelho é reflexivo, cheio de imagens e sentidos figurados. Possui 21 capítulos.
: Inspiração é a ação supervisionadora de Deus sobre os
“Um desvendamentos; especialmente a comunicação da
levou cerca de 1500 anos.
- A Bíblia é a nossa única base de autoridade.
- A Bíblia e os escritos do líder ou fundador de cada uma
- A Bíblia é uma testemunha falível da revelação de
- A experiência pessoal tem a mesma autoridade da Bíblia.
- A Bíblia é um produto da igreja; por isso a Bíblia não é a
- a. Em sua forma extrema nega a possibilidade de
Usada em relação a ambos os testamentos em sua
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2 comentários:

MARCELO disse...

PREZADO SENHOR
DANIEL.
GOSTEI MUITO DE SUA EXPLICAÇÃO.

Daniel Alves Pena disse...

Obrigado por sua participação e que Deus continue nos abençoando.

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