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Sobre está pedra edificarei a minha igreja

Postado por Daniel Pena em sexta-feira, 24 de julho de 2009 | 00:53






As igrejas primitivas eram construídas sobre pedras e isso é de conhecimento de qualquer estudioso da palavra de Deus, pois bem, partindo deste principio entendo que assim como a igreja não foi edificada sobre Pedro que era homem falho como nós, não posso aceitar que Deus tenha escolhido um homem contemporâneo para restaurar a igreja e que tenha feito isso a firmando sobre os alicerces deste homem, logo a Obra em restauração nasceu no coração de Deus e não em endereços físicos como muitos acham ou no idealismo nacionalista de se erguer uma bandeira é falar – originou-se aqui. Toda honra e toda gloria pertence a Deus, o orgulho tem aflorado em alguns corações que pensam ser exatamente o que foi feito no Catolicismo.
Uma igreja edificada sobre Pedro em nossos dias edificada sobre o irmão João, Etc. Não poderá ser vitoriosa.
Não posso entender porque a obra começou com o Pastor Magno e nem tão pouco que ela foi uma intuição humana.
Em que pedra a igreja está edificada?

Jesus, ao proferir essa declaração, estava realmente afirmando que Ele próprio era a “pedra” sobre a qual sua Igreja seria edificada. Temos diversos motivos para esta interpretação. A primeira delas é : Petra versus Petros Ao referir-se a Pedro, Jesus usa o termo grego Petros, que significa um seixo, pedregulho. Ao referir-se à edificação da Igreja, diz que ela seria edificada não sobre o Petros (Pedro), mas sobre a petra, um rochedo inabalável. Ora, Jesus fez nítida diferença entre petra e Petros. Um é substantivo feminino singular e está na terceira pessoa; o outro, masculino plural, e se encontra na segunda pessoa. Além disso, o termo petra nunca é usado na Bíblia em relação a homem algum, somente em relação a Deus.

Edificação sobre quem?

A declaração “Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo” é a chave para entendermos toda a problemática. Jesus perguntou a “todos”, e não somente a Pedro, “quem Ele era”. “Disse-lhes ele [Jesus]: E vós, quem dizeis que eu sou?” (Mt 16.15). A ele — Pedro — foi revelado, em sua confissão, que Cristo era o Messias, o Filho de Deus, daí a frase: “Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelou, mas meu Pai, que está nos céus. Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja…”, ou seja, a igreja está edificada sobre a confissão de que Ele (Jesus) era o Filho de Deus. A bem da verdade, a Igreja jamais poderia ser solidamente edificada sobre homem algum, nem mesmo Pedro, que, embora tenha sido um grande apóstolo, foi, no entanto, falível e passível de erros, como demonstra, de maneira sobeja, o contexto imediato: “Ele [Jesus], porém, voltando-se, disse a Pedro: Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens” (Mt 16.23), além de outros escritos do Novo Testamento em que podemos perceber a inconstância de Pedro (Mt 26.69-75).

Quem é a pedra?

O significado de Petros e petra está em perfeita concordância com o contexto doutrinário e teológico neotestamentário. Sendo Petros um fragmento tirado da grande rocha, há de se ver uma conotação de todos os cristãos como Petros, e isto é descrito posteriormente pelo próprio Pedro: “Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo” (1Pe 2.5). Por sua vez, todas as “pedras vivas” estão edificadas sobre a grande Petra, que é Jesus: “Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus; edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina; no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor” (Ef 2.19-21).

Que não sejamos hipócritas e sirvamos de pedras de tropeço nos caminhos que serão trilhados pelo geração vindoura gerada em nossos berços restaurados em uma Obra cujo o dono e criador é Deus.

Por Daniel Alves Pena
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