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Pessach — Páscoa

Postado por Daniel Pena em quarta-feira, 26 de setembro de 2012 | 13:02

  • Erev Pesach e Jejum dos Primogénitos conhecido como Ta'anit Bechorim — 14 Nissan,
  • Pessach/Páscoa (פסח) (primeiros dois dias) — 15 (and 16) Nissan,
  • O "Último dia de Pessach", conhecido como Acharon shel Pessach, é também uma festa que comemora Keriat Yam Suf, a Passagem do Mar Vermelho. — 21 (and 22) Nissan,
  • Os dias semi-festivos entre os "primeiros dias" "últimos dias" de Pessach são conhecidos como Chol HaMoed, ou seja os "Dias Intermédios".
Pessach comemora a libertação dos escravos Israelitas do Egipto. Nenhum alimento fermentado é comido durante a semana de Pessach, em comemoração do facto de os Judeus terem saído tão apressadamente do Egipto, que o seu pão não teve tempo suficiente para levedar.
O primeiro Seder de Pessach começa ao pôr dos sol do dia 15 de Nissan. Na Diáspora, um segundo seder é realizado na noite de 16 de Nissan. Na segunda noite, os Judeus começam a contar o omer. A Contagem do Omer coincide com a conta dos dias, desde o tempo em que os Judeus deixaram os Egipto até ao dia em que chegaram ao Monte Sinai.



Pessach, ou Passagem, é a maior festividade na tradição Judaica, e é uma das três festividades de peregrinação, juntamente com Sucot e Shavuot. Nestas festas todo o Povo Judeu vinha a Jerusalém na Antiguidade, quando o Templo Sagrado estava lá e ofereciam animais e cereais em sacrifício. Desde a destruição do Templo algumas das tradições festivas ainda são mantidas sem a peregrinação e os sacrifícios, e muitas novas tradições foram acrescentadas.

Pessach começa no 15º dia do mês Hebraico de Nisan (geralmente em Abril), tem a duração de 7 dias e é celebrada para comemorar o êxodo do Egito – uma das principais histórias na história do Povo Judeu e na cultura ocidental como um todo. De acordo com a Torá, os Israelitas viviam no Egito e eram escravizados pelos Egípcios. Moisés, um Israelita que cresceu no palácio do Faraó, o rei do Egito, tornou-se um líder dos Israelitas e pediu ao Faraó que permitisse a eles voltar para a Terra de Israel.

Quando o Faraó se recusou, Moisés liderou uma campanha que culminou com a saída apressada de seu Povo do Egito em direção ao deserto do Sinai, onde viveram por 40 anos. De acordo com a tradição Judaica, durante essa longa jornada no deserto, liderada por Moisés e seu irmão Arão, os Israelitas tornaram-se um povo unido, pois eles se preparavam para conquistar a Terra de Israel.

Pessach também é chamado de Festa da Libertação, e este aspecto da festividade é enfatizado nos rituais e nas rezas: o êxodo da escravidão para a libertação simboliza a redenção física e espiritual e a aspiração do homem pela liberdade. Outro importante aspecto desta festividade é a condição de estar junto da família. Na véspera da festa, chamado de noite do Seder, em função da refeição cerimoniosa do Seder que é celebrada nesta noite, toda a família reúne-se ao redor da mesa.Também é um preceito Judaico importante convidar aqueles que não tem família para celebrarem juntos a festa.
Um outro nome para Pessach é a Festa do Pão Ázimo. A história do êxodo do Egito relata que os Israelitas deixaram o Egito apressadamente e a massa que tinham preparado não teve tempo de crescer, portanto eles a assaram como matsá, ou pão ázimo.

Um dos preceitos importantes dessa festa é a abstinência de comer fermento – qualquer produto assado preparado com farinha e que se permita crescer, ou comidas prontas preparadas que contenham farinha. Ao invés de pão, os Judeus comem matsá. Judeus religiosos (e tradicionais) observam este aspecto da festa meticulosamente. Um outro nome para Pessach é a Festa da Primavera, marcando a estação na qual Pessach é comemorado.
O primeiro dia desta festa, assim como o último dia (que é conhecido como “segunda festividade”) são dias sagrados de descanso, onde nenhum trabalho produtivo é permitido. Os dias intermediários são chamados de Chol ha Mo’ed e são parcialmente  festivos e parcialmente normais.
 

Costumes da Festa

Proibição de alimentos fermentados – Durante os sete dias da festividade, a proibição a alimentos fermentados é chamada de chametz – é na verdade em comemoração à matsá que os Israelitas comeram em sua apressada jornada de saída do Egito. A proibição inclui todos os tipos de pão e produtos assados feitos com farinha, e também todos os tipos de massa.
 
Comer Matsá - a matsá é um pão achatado feito de massa sem fermento. À parte do cerimonial do seder, comer matsá não é obrigatório, mas para a maioria das famílias Israelenses (tradicionais ou religiosas) a matsá é aceita como uma alternativa para o pão durante a época da festa.
 
Biur chametz – a erradicação do fermento. – Nas semanas que precedem Pessach, os Judeus costumeiramente limpam suas casas minuciosamente para se certificarem que nenhuma migalha de pão possa ter sobrado. Judeus não religiosos usam freqüentemente este costume como uma oportunidade de limparem cuidadosamente suas casas e assim criarem a atmosfera da festa. Os religiosos vêem isto como um preceito que precisa ser rigorosamente observado e seguem um processo especial para removerem o chametz de todas as suas louças e utensílios de cozinha ou utilizam louças especiais para Pessach.
 
Na noite anterior do dia em que Pessach se inicia, é costumeiro olhar em cada cantinho da casa usando uma luz de vela, para certificar-se que não há migalhas de pão em lugar nenhum. O Estado de Israel, como representante do Povo Judeu, tem o hábito de vender todo o chametz do país para os não Judeus a preços simbólicos (e os recompra logo após a festa ter terminado).
 
O Seder – Esta é uma refeição cerimoniosa longa que acontece na véspera da festa (na noite antes do primeiro dia da festividade). A família se reúne ao redor da mesa do Seder. A Hagadá é uma compilação de textos da tradição Judaica - são passagens da Bíblia, oriundos da Mishná, comentários e canções cujo tema principal é o êxodo do Egito. O propósito da leitura da Hagadá é o de transmitir as tradições de Pessach de geração em geração (dessa forma obedecendo aos preceitos da Torá, “e você deverá contar a seu filho”) e os rituais são feitos acima de tudo para incitar a curiosidade das crianças. Os rituais durante o Seder são todos simbólicos como, por exemplo, comer a matsá e ervas amargas, beber quatro cálices de vinho, cantar juntos e obviamente a refeição principal.
 
Afikoman – para encorajar as crianças a ficarem acordadas durante todo o Seder, é costume esconder um pedaço especial de matsá chamado de afikoman em algum lugar da casa, e as crianças têm que encontrá-lo. Quem encontrar primeiro geralmente ganha um prêmio.
 

Mimuna

Na noite após o sétimo dia de Pessach, que é um dia de descanso sagrado, os Judeus oriundos da África do Norte, particularmente do Marrocos, celebram a Mimuna como parte das festividades de Pessach. A origem dessa celebração não é clara, mas é comumente associada ao aniversário da morte do Rabi Maimon ben Abraham, o pai do grande rabino medieval Mose Maimonides (também conhecido como Rambam).
 
Na noite de Mimuna, as pessoas vão de casa em casa visitar os amigos e parentes que estão comemorando esta festa, e nos bairros onde há grande concentração de Judeus Marroquinos essas visitas de porta em porta duram até de madrugada. O dia seguinte é dedicado a comemorações em família, à hospitalidade e visitação, e em muitos locais públicos, centenas de pessoas reúnem-se para piqueniques.
 
Nos últimos anos, Mimuna tornou-se a celebração da qual todos querem participar, e políticos geralmente tiram vantagem dessas festividades para buscarem favores da grande população Marroquina.
 
Costumes da Festa
 
Comidas Doces – A refeição festiva é basicamente composta por comidas doces, para enfatizar as esperanças por uma vida doce: frutas em calda, bolos, marzipã, e outros confeitos feitos em casa. Já que esses alimentos são preparados durante Pessach, eles são todos feitos sem farinha ou qualquer outro ingrediente que não seja kasher para Pessach.
 
Mufleta – Esse é um tradicional alimento Marroquino para Mimuna. Assim que o Pessach acaba, e o chametz é novamente permitido, as mulheres preparam uma massa feita de farinha e levedo que é esparramado em círculos achatados, fritos em manteiga e servidos com mel. Esse é o primeiro chametz comido depois de Pessach, e a farinha para o preparo do mesmo é comprada imediatamente após o término da festa.
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