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BARACK OBAMA prefere acreditar no que vê e no que ouve

Postado por Daniel Pena em segunda-feira, 23 de agosto de 2010 | 16:15




”Nós faríamos isso porque não ouvimos o que Abraão ouve, nós não vemos o que Abraão vê.
Então o melhor que temos a fazer e agirmos de acordo com aquelas coisas que todos nós vemos, e que todos nós ouvimos.”

Vi esta semana o pronunciamento do Presidente dos Estados Unidos da America sobre RELIGIÃO E CRISE MUNDIAL e não pude me conter.
Tive que digitar as frases do ilustríssimo neste artigo e citar os dois Evangélicos citados por ele no discurso.
BARACK OBAMA FAZ PALESTRA SOBRE RELIGIÃO E CRISE MUNDIAL


Seria uma forma de induzir o povo ao invés de se perguntar porque não ouvimos o que Abraão ouve? Ou porque não vimos o que Abrão viu?

Sim queridos, Obama conheceu a historia de Abrão, mas não convive com o Deus de Abrão Isaac e Jacó.
Prefere acreditar no deus deste século ou ser persuadido pelo sistema que agora opera em nosso meio.
“ A política depende das nossas habilidades de persuadir uns aos outros “

Leia o que Obama diz em seu pronunciamento

Os riscos de sectarismo (visão estreita, intolerante ou intransigente) estão maiores do que nunca.
O que quer que nós já tenhamos sido, nós não somos mais uma nação cristã.
Pelo menos não somente.
Nós somos também uma nação judaica, uma nação muçulmana, e uma nação budista, e uma nação hindu, e uma nação de descrentes.
E mesmo que nós tivéssemos apenas cristãos entre nós, se expulsássemos todos os não-cristão dos Estados Unidos da America, o cristianismo de quem nós ensinaríamos nas escolas? Seria o de James Dobson, ou o de Al Sharpton? Que passagens das escrituras deveriam instruir as nossas políticas publicas? Deveríamos escolher o Levi tico, que sugere que a escravidão é aceitável? E que comer frutos do mar é abominação? Ou poderíamos escolher o Deuteronômio, que sugere apedrejar seu filho se ele se desviar da fé? Ou deveríamos ficar apenas com o sermão da montanha? Uma passagem que é tão radical que é de se duvidar que o nosso próprio Departamento de Defesa sobreviveria em sua aplicação.
Nós..
Então antes de nos empolgarmos, vamos ler as nossas Bíblias agora.
As pessoas não tem  lido a Bíblia.
O que me trás ao meu segundo ponto: que a democracia exige que aqueles motivados pela religião traduzam suas preocupações em valores universais, ao invés de específicos de uma religião.
O que eu quero dizer com isso?
Ela requer que as propostas dela estejam sujeitas a discussão e sejam influenciáveis pela razão.
Eu posso ser contrario ao aborto por questões religiosas, para tomar um exemplo, mas se eu pretendo aprovar uma lei proibindo a pratica eu não posso simplesmente recorrer aos ensinamentos da minha Igreja ou invocar a vontade divina; eu tenho que explicar porque o aborto viola algum principio que é acessível a pessoas de todas as fés, incluindo aqueles sem fé alguma.
Agora, isso vai ser difícil para alguns que acreditam na inerrância da Bíblia, como muitos evangélicos acreditam, mas é uma sociedade pluralista nós não temos escolha.
A política depende das nossas habilidades de persuadir uns aos outros de objetivos comuns com base em uma realidade comum.

Ela envolve negociação, a arte daquilo que é possível.
E em algum nível fundamental, a religião não permite negociar; é a arte do impossível.

Se Deus falou, então espera-se que os seus seguidores vivam de acordo com os éditos de Deus, a despeito das conseguências.
Agora, basear a vida de uma pessoa em compromisso tão inegociável pode ser sublime, mas passear nossas decisões políticas em tais compromissos seria algo perigoso.

E se você duvida disso, deixe-me dar um exemplo:  Nós todos conhecemos a historia de Abraão e Isaac.
Abraão foi ordenado por Deus a sacrificar seu único filho.
Sem discutir ele leva Isaac a montanha acima até o topo e o amarra ao altar.
Levanta a sua faca. Prepara-se para agir... Como Deus ordenara.
Agora, nós sabemos que as coisas deram certo; Deus envia um anjo para interceder bem no ultimo minuto.
Abraão passa no teste de devoção de Deus.
Mas é justo dizer que se qualquer um de nós, ao sair desta Igreja visse Abraão no telhado de um prédio levantando sua faca, nós iríamos no mínimo chamar a polícia.
E esperaríamos que o Departamento de Serviços as Crianças e á família tirasse a guarda de Isaac de Abraão.

Nós faríamos isso porque não ouvimos o que Abraão ouve,nós não vemos o que Abraão vê.
Então o melhor que temos a fazer e agirmos de acordo com aquelas coisas que todos nós vemos, e que todos nós ouvimos.
A jurisprudência é bom senso básico.
Então nós temos algum trabalho para fazer aqui, mas eu tenho esperança que nós podemos transpor o hiato que existe e superar os preconceitos que todos nós, em maior ou menor grau, trazemos a este debate.
Eu tenho fé que milhões de americanos crentes querem que isto aconteça.
Não importa o quão religiosos eles possam ser, ou não ser, as pessoas estão cansadas de ver a fé sendo utilizada como ferramenta de ataque.
Elas...
Elas não querem que a fé seja usada para diminuir ou para dividir porque no fim não é dessa forma que elas vêm a fé nas suas próprias vidas.

Quem são as pessoas citadas por Obama.

Durante décadas, amigos e inimigos conheceram Dobson — que assinou a recente Declaração de Manhattan — como defensor declarado do direito à vida dos bebês em gestação, e defensor incansável da família e da instituição do casamento.

O programa de rádio de Focus on the Family gerou aproximadamente 1.5 milhão de ouvintes nos Estados Unidos e mais de 220 milhões de seguidores no mundo inteiro. Aí, Dobson fez de sua voz uma convocação para ações pró-vida e pró-família por meio de envolvimento político, inclusive com seu exemplo de oração e ministério.
“Se as pessoas de fé — as que são chamadas de eleitores de valores — não se manifestarem e expressarem sua voz, vai haver algumas implicações fortes para este país”, Dobson avisou seus ouvintes em outubro de 2006.

Dobson não teve receio algum de chamar a recente lei federal anti-homofobia de “mal total” vindo do Congresso, e avisou que normalizar as uniões de mesmo sexo é um componente necessário da estratégia dos ativistas homossexuais de tornar a homossexualidade aceitável para os jovens.

Sobre Terri Schiavo, o psicólogo evangélico denunciou que a morte dela de fome e desidratação, por ordem do tribunal, foi “um dos maiores abusos da lei na história dos EUA”.

Dobson mirou de forma especial o “violento abuso de poder que é demasiado comum entre criaturas feudais independentes conhecidas como juízes”, quando um tribunal federal invalidou como inconstitucionais as leis contra obscenidade. Ele citou o aviso do presidente Thomas Jefferson de que entregar a arbitragem de “todas as questões constitucionais” era uma idéia que “colocaria a todos nós debaixo do despotismo de uma oligarquia”.

Dobson estava também bem consciente da necessidade de uma nova geração de líderes cristãos pró-vida, e desafiou os jovens para se levantarem e corajosamente aceitarem o manto de sua própria geração de liderança.

“Quem defenderá os bebês em gestação nos anos que virão? Quem defenderá as Terri Schiavos do mundo? Quem vai lutar pela instituição do casamento, que está em situação muito vulnerável hoje?” Dobson questionou para o público da conferência dos Donos de Emissoras Religiosas Nacionais de Rádio e Televisão em março de 2008.

Em meio à transição de Dobson de Focus, ficam especulações acerca do destino da organização que ele fundou, e qual nova direção ela poderá tomar sem a influência dele.

Uma entrevista no jornal Wall Street com o presidente de FOTF Jim Daly no começo de fevereiro indicou que o ministério evangélico poderá assumir uma postura mais branda para com polêmicas questões de vida e família do que fazia Dobson.

“Não vejo mal por trás de tudo”, disse Daly. O Wall Street noticiou que Daly não se importa com os ataques estridentes de Dobson contra líderes políticos tais como o presidente Obama. Embora Dobson tenha chamado as idéias de Obama de “malucas”, o Wall Street disse que Daly prefere louvar o presidente por ter feito um evento de pais na Casa Branca.
Além disso, Daly disse para o Wall Street que embora ele e Focus continuem dedicados a acabar com o aborto de uma vez por todas, eles provavelmente não gastarão muita energia trabalhando para atingir uma proibição do aborto, mas em vez disso dedicarão mais recursos à promoção de alternativas ao aborto, tais como a adoção.

Contudo, Tom Minnery, vice-presidente sênior de Focus on the Family, garantiu em CitizenLink que Focus on the Family permanecerá fiel às diretrizes que Dobson inspirou em seu ministério.

“As colunas permanecem as mesmas”, disse ele. “Nossa dedicação à nossa causa da família, nossa dedicação à noção de que a vida é sagrada, à noção de que o casamento é um homem e uma mulher, esses pilares jamais mudarão”.

Para Dobson, o fim traz um novo começo: em dezembro, ele anunciou seu plano de apresentar um novo programa de rádio diário de 30 minutos com seu filho Ryan, chamado “James Dobson na Família”. O programa lidará com questões que incluem “casamento, criação de filhos, finanças da família, preocupações médicas e psicológicas, questões nacionais, a santidade da vida humana e o Evangelho de Jesus Cristo”.

Dobson escreveu que ele não sente que conseguiria simplesmente viver uma tranqüila vida de aposentado com sua esposa Shirley enquanto “nossa nação está enfrentando uma crise que ameaça sua própria existência”.

“Estamos num declínio moral de dimensões chocantes. Tenho perguntado para mim mesmo como posso sentar e assistir ao mundo passar sem tentar ajudar se eu puder”, declarou Dobson. “É isso o que me motiva neste tempo”.

A estréia do programa será em 3 de maio.

Fonte: noticiasprofamilia.blogspot.com / Julio Severo
O reverendo Al Sharpton prestou homenagem a Michael.
Alfred Charles "Al" Sharpton, Jr. (Nova York, 3 de outubro de 1954) é um ministro batista norte-americano, ativista dos direitos civis e radialista.[1][2] Em 2004, foi candidato à nomeação democrata para a eleição presidencial norte-americana. Sharpton apresenta o talk show de rádio Keepin' It Real[3] e faz aparições regulares como convidado especial na CNN, na MSNBC e na Fox News, em programas como The O'Reilly Factor,[4][5][6] apresentado por Bill O'Reilly. – Fonte http://pt.wikipedia.org/wiki/Al_Sharpton

O reverendo Al Sharpton

Foi considerado como oportunista segundo o jornal New York Post.
À primeira vista o cartoon publicado hoje no New York Post parece mais uma referência deste tablóide a um episódio ocorrido na segunda-feira e sobre o qual o jornal tem escrito abundantemente: dois polícias mataram um chimpanzé que atacou um homem, no estado de Connecticut. Mas algumas pessoas, incluindo o pastor baptista e activista dos direitos civis Al Sharpton, viram mais que isso. Viram um caso de racismo em que o Presidente Barack Obama é associado à figura do chimpanzé.

Respondendo às críticas e aos pedidos de esclarecimento, o redactor-chefe do jornal, Col Allen, contra-atacou, dizendo ser conhecida a “sede de protagonismo” do pastor Al Sharpton. “O cartoon é uma clara paródia a um evento noticioso, com o objectivo de satirizar o abate de um chimpanzé violento no Connecticut”, disse. “De forma mais abrangente satiriza os esforços de Washington para reavivar a economia. Mais uma vez, Al Sharpton dá-se a conhecer como um oportunista”.

Sobre o sermão da montanha

Obama afira que seu próprio Departamento de Defesa não sobreviveria em sua aplicação.

"E Jesus vendo a multidão subiu num monte, e sentando-se, aproximaram-se dele os discípulos.
E abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo:
Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.
Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.
Bem-aventurados os que tem fome e sede de Justiça, porque serão  fartos.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque encontrarão a Misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a face e Deus.
Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da Justiça, porque deles é o Reino dos Céus.
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem, perseguirem e mentirem, dizendo todo mal contra vós por minha causa.
Exultai e alegrai-vos, porque é grande vosso galardão nos céus, porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós."

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