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A política e a cruz

Postado por Daniel Pena em terça-feira, 4 de agosto de 2009 | 00:46



O tempo todo podemos ver nas escrituras que a política está sempre relacionada com os fatos bíblicos, pois fazem parte tanto do ambiente social como das atitudes tomadas pelas classes menos favorecidas, como nos dias de hoje.
exemplo disto, Lucas primeiro nos situa no contexto político, informando que “1 E no ano quinze do império de Tibério César, sendo Póncio Pilatos presidente da Judéia, e Herodes tetrarca da Galiléia, e seu irmão Filipe tetrarca da Ituréia e da província de Traconites, e Lisánias tetrarca de Abilene, 2 Sendo Anás e Caifás sumos sacerdotes, veio no deserto a palavra de Deus a João, filho de Zacarias.” (3, 1-2).
Seria como narrar , já no segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a APOIORT era presidida pelo Pastor Eliélberth Falcão. Os acontecimentos daquela época eram tão relacionados a política quanto hoje, exemplo disso seria a Lei da Intolerância Religiosa (Lei Caó 7716) criada por um Político e que afetou a vida de muitos. O outro exemplo seria a crise financeira , quem não ouviu falar nela.
Fatos políticos que antecederam a morte de Jesus.
A Palestina foi dividida entre três filhos de Herodes: Arquelau, Filipe e Herodes Antipas.
A Galiléia, onde Jesus vivia, era governada por Herodes Hantipas, responsável pela decapitação de João Batista.

Arquelau, rei da Judéia e Samaria, foi substituído pelo procurador romano Pôncio Pilatos, sob cujo mandato Jesus Cristo foi crucificado. Mas o sumo sacerdote do templo de Jerusalém, Caifás, tinha grande influência no governo. Apoiava-se no Sinédrio, conselho de 71 membros formado por altos sacerdotes, anciãos das famílias judias mais ilustres e doutores da Lei.

Hierarquicamente estavam:
Os saduceus a elite sacerdotal e proprietários de terras.
Eram judeus conservadores que se alinham ao texto da Lei, tal como aparece nas Escrituras, e colaboravam com o império romano.

Os fariseus elementos do baixo clero, pequenos comerciantes e artesãos.

Os zelotas era formado por camponeses e outros membros das camadas mais pobres, oprimidas pelos impostos.
Muito religiosos, e nacionalistas radicais. Queriam expulsar pelas armas os romanos e instituir um Estado onde Deus fosse o único rei, representado pelo messias, descendente de Davi.
Segundo alguns estudiosos, considerado agitador e assassino pela tradição cristã, Barrabás foi um líder zelota.

O povo esperava um Revolucionário guerreiro para salva-los das mãos de Roma, um homem que restaura-se o Reino a Palestina e que os livrassem dos impostos e da opressão.
É uma pena que mesmo em nossos dias existam alguns que não entenderam na realidade de que reino Jesus se referia, mesmo ele sendo tão claro “Meu reino não é deste mundo“.
Quer fazer a diferença, pense como ele, sua pátria não é aqui, não adianta procurar aqui o motivo para sua existência.
Tudo que somos e aprendemos para viver neste mundo ficará aqui,status, pompas, posição social, seu carro zero, seu Ap e até você se não entender a mensagem da cruz, não sou eu que quero, está escrito “O maior servirá o menor“.

Por Daniel Alves Pena
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